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Devolução à Natureza de uma gaivota-de-patas-amarelas

Devolução à Natureza de uma gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Alvor
8 de Agosto de 2015


Uma gaivota-de-patas amarelas foi encontrada na Praia de Alvor por particulares. Durante algum tempo foi alimentada na zona, mas acabou por ser reencaminhada para o RIAS. Apresentava uma inflamação e edema na pata esquerda e uma fractura na asa direita. Foi necessário realizar cirurgia à asa afectada. Foi também necessário administrar anti-inflamatórios e antibióticos. Quando recuperou de todas as lesões foi transferida para uma instalação exterior com outras gaivotas onde pode treinar o voo. Foi devolvida à natureza no local onde foi encontrada e por quem a encontrou e que a baptizou de "Guerreiro".


Foi publicada uma noticia no jornal Correio da Manha referente à história desta gaivota.


Devoluções à Natureza de dia 7 de Agosto de 2015

Devolução à Natureza de uma rola-turca (Streptopelia decaoto)
Quinta de Marim - Olhão
7 de Agosto de 2015



Uma rola-turca foi reencaminhada para o RIAS pelos vigilantes da natureza do Parque Natural do Vale do Guadiana. Estava magra e debilitada não apresentando outras lesões. Assim a sua recuperação consistiu em alimentação adequada até que recuperasse forças. Foi devolvida à natureza por uma técnica do RIAS. 



Devolução à Natureza de um peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus)
Hotel Vila Vita Parc - Porches
7 de Agosto de 2015




Um peneireiro-vulgar ingressou no RIAS ainda juvenil após ter caído do ninho. Foi necessário alimentá-lo até que crescessem todas as penas necessárias ao voo. Posteriormente treinou o voo e a caça. Foi devolvido à natureza no Hotel Vila Vita Parc na presença de hospedes e colaboradores deste empreendimento.

O RIAS agradece o importante apoio prestado pelo Vila Vita Parc.






Devolução à Natureza de dois mochos-galegos

Devolução à Natureza de dois mochos-galegos (Athene noctua)
Quinta de Marim - Olhão
6 de Agosto de 2015


Um mocho-galego ingressou no RIAS após ter estado algum tempo em cativeiro ilegal. A sua recuperação consistiu em colocá-lo com outros indivíduos da mesma espécie para socializar e recuperar os seus instintos naturais.
O outro mocho foi encontrado em Castro Marim por um particular que o reencaminhou para o RIAS. Tinha uma pata ferida e foi necessário ligar a zona afectada. Quando a lesão sarou foi também colocado com outros mochos.
Ambos foram submetidos a treinos de voo e de caça.
Foram devolvidos à natureza por um visitante e pelo padrinho de um dos mochos.