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Campanha de Apadrinhamento para Empresas


O RIAS recebe durante todo o ano animais de várias espécies, como por exemplo, águias, mochos e corujas, grifos, texugos e fuinhas, que por diversas razões foram feridos e se encontram debilitados, necessitando de recuperação para posterior libertação no habitat natural a que pertencem. Algumas espécies que ingressam no RIAS são bastante emblemáticas nesta região do país e apresentam estatutos de conservação bastante dramáticos como é o caso da águia-pesqueira que se encontra Criticamente em Perigo a nível nacional.
Embora existam meios próprios para gestão e manutenção do centro, é necessário solicitar apoios a particulares, empresas e diversas entidades, no sentido de colmatar algumas carências em termos de material, alimentação e outras necessidades do trabalho diário do RIAS. 

Assim surge a Campanha de Apadrinhamentos para Empresas.



Opções de apadrinhamento*:

·    Apadrinhar um animal: donativo único
·    Apadrinhar uma espécie: donativos anuais (período mínimo de 2 anos)

* Para saber mais sobre os valores de apadrinhamentos contacte-nos.

O que oferecemos:

  - Certificado de apadrinhamento em nome da empresa;
  - Publicitação da empresa no blog do RIAS como madrinha;
 - Possibilidade da devolução do animal num evento da empresa ou com clientes;
  - Mecenato Ambiental;
 - Contribuir para uma maior notoriedade da sua empresa através da sua ligação com a conservação de fauna em Portugal;
 - Associar a imagem da sua empresa com um projecto de recuperação e conservação da fauna local, sensibilizando desta forma toda a comunidade;
 - Outras vantagens podem ser discutidas.

Que espécies pode apadrinhar?

Para saber que espécies temos no momento do apadrinhamento entre em contacto connosco!
Espécies comuns no RIAS:
- Coruja-do-mato (Strix aluco)
- Coruja-das-torres (Tyto alba)
- Mocho-galego (Athene noctua)
- Bufo-real (Bubo bubo)
- Águia-d'asa-redonda (Buteo buteo)
- Peneireiro (Falco tinnunculus)
- Grifo (Gyps fulvus)
- Gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
- Gaivota-d'asa-escura (Larus fuscus)
- Melro (Turdus merula)
- Andorinha-dos-beirais (Delichon urbicum)
- Ouriço (Erinaceus europaeus)
- Cágado-mediterrânico (Mauremys leprosa)


 




Os benefícios do mecenato ambiental

De acordo com a legislação em vigor, a sua empresa, sendo mecenas do RIAS, obterá os devidos benefícios fiscais: ao abrigo do artigo 3º da lei do mecenato (Mecenato Cultural, Ambiental, Desportivo e Educacional - DL 74/1999), a associação ALDEIA é uma entidade elegível podendo ser deduzido 120% do valor total ou 130% no caso do estabelecimento de contractos plurianuais de apoio. Assumimos o compromisso de enviar à sua empresa o comprovativo do montante do donativo recebido (ou valor do material cedido), como previsto na actual legislação.


Campanha de angariação de materiais, Pão de Açucar

No próximo Sábado, 28 de Fevereiro, irá decorrer uma campanha de angariação de bens e materiais para o RIAS.

A acção decorrerá no Pão de Açúcar do Ria Shopping, em Olhão, a partir das 11h.




Ajude-nos na divulgação desta campanha!




Escola de Castro Marim visita o RIAS



No passado dia 23 de Fevereiro, alunos da Escola de Castro Marim visitaram o RIAS no âmbito da Campanha de Apadrinhamento para Escolas. Cerca de 40 crianças do 5º ano tiveram a oportunidade de visitar o nosso centro de interpretação ambiental aprendendo sobre o que faz um centro de recuperação de animais selvagens e sobre as principais espécie que recebemos. Durante a visita puderam ainda tocar em materiais biológicos e pôr em prática os conhecimentos adquiridos através de jogos didácticos.
No final da visita os alunos devolveram à natureza os animais apadrinhados: uma gaivota-de-patas-amarelas e uma rola-turca (ver abaixo).




Devolução à Natureza de uma gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis) e de uma rola-turca (Streptopelia decaocto)
Quinta de Marim - Olhão
23 de Fevereiro de 2015





Uma gaivota-de-patas-amarelas foi encontrada por um particular em Portimão e reencaminhada para o RIAS pelos vigilantes do Parque Natural da Ria Formosa. O animal apresentava sintomas de uma doença debilitante. O tratamento consistiu na administração de fluídos e posterior alimentação assistida.
A rola-turca foi encontrada em Olhão por um particular e encaminhada para o RIAS. Não tinha lesões aparentes pelo que foi mantida para observação.
No final ambos foram submetidos a treinos de voo.
Uma escola de Castro Marim apadrinhou e devolveu estes animais à natureza baptizando-os de "Castro" e de "Marim".