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Acção de voluntariado da Casa das Raparigas de Faro



Um grupo de sete raparigas da Casa das Raparigas de Faro deslocaram-se ao RIAS para ajudar nas tarefas diárias do centro. Durante a tarde participaram na limpeza das instalações e conheceram o centro. No final puderam devolver à Natureza um pequeno camaleão (ver abaixo).

Devolução à Natureza de um camaleão (Chamaeleo chamaeleon)
Quinta de Marim - Olhão
18 de Dezembro de 2014


Este pequeno camaleão foi encontrado perto de uma estrada por um particular que o encaminhou-o para a GNR de Tavira. Apesar de bastante jovem os camaleões são autônomos desde o momento em que nascem. Assim, após observação veterinária verificou-se que não tinha lesões nem comportamentos estranhos à espécie pelo que foi prontamente devolvido à natureza por voluntárias do RIAS.


Devolução à Natureza de uma coruja-das-torres

Devolução à Natureza de uma coruja-das-torres (Tyto alba)
Quinta de Marim - Olhão
17 de Dezembro de 2014


Três penas da asa enxertadas 
Esta coruja-das-torres foi encontrada por um particular e encaminhada para o RIAS pelos Vigilantes do Parque Natural da Ria Formosa. Infelizmente este é mais um dos vários casos de cativeiro ilegal que ingressam no nosso centro. A coruja chegou-nos com correntes de couro em ambas as patas e supomos que tenho fugido do local onde se encontrava em cativeiro. Tinha também várias penas cortadas em ambas as asas e encontrava-se muito desidratada. A sua recuperação baseou-se na administração de fluídos e enxerto de algumas penas das asas (ver imagem acima). Foi posteriormente submetida treinos de voo e caça, tendo sido devolvida à natureza por um técnico do RIAS.




Devoluções à Natureza de dia 16 de Dezembro de 2014

Devolução à Natureza de um peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus)
Quinta de Marim - Olhão
16 de Dezembro de 2014




Um peneireiro-comum ingressou no RIAS após ter sido encontrado por um particular e encaminhado para o Centro pelos Vigilantes do Parque Natural do Vale do Guadiana. Este apresentava fracturas em ambas as asas pelo que a sua recuperação baseou-se na imobilização das asas e administração de anti-inflamatório. Uma vez saradas o peneireiro foi sujeito a exercícios de fisioterapia até que as asas tivessem um movimento normal. Foi então submetido a treinos de voo e caça, tendo sido devolvido à natureza por uma técnica do RIAS e sendo baptizado por quem o encontrou de "Flecha".




Devolução à Natureza de uma águia-d'asa-redonda (Buteo buteo)
Santa Catarina - Tavira
16 de Dezembro de 2014




Esta águia-d'asa-redonda foi entregue no Parque Natural do Vale do Guadiana e encaminhada para o RIAS pelo SEPNA de Beja. Era vítima de cativeiro ilegal, sendo que apresentava um comportamento diferente do normal dos indivíduos da sua espécie. Para além disso as penas da cauda e de ambas as asas encontravam-se danificadas ao ponto de esta não conseguir levantar voo. 
A sua recuperação foi longa e foi necessário colocá-lo a conviver com outra águia para que ganhasse os instintos naturais da espécie. Foi também necessário realizar três sessões de enxerto de penas em todas as zonas onde estas se encontravam danificadas. Por fim foi submetido a treinos de voo e de caça, tendo sido devolvido à natureza por um técnico do RIAS.