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A mostrar mensagens de Setembro, 2019

Clipping Setembro 2019




Algarve Primeiro, 3 de Setembro de 2019

Sul Informação, 3 de Setembro de 2019 

Barlavento, 3 de Setembro de 2019

Sul Informação, 4 de Setembro de 2019 

Mais Algarve, 6 de Setembro de 2019

Sul Informação, 6 de Setembro de 2019

Wilder, 12 de Setembro de 2019

Algarve Primeiro, 13 de Setembro de 2019

Sul Informação, 21 de Setembro de 2019

Algarve Primeiro, 23 de Setembro de 2019

Diário Online, Região Sul, 24 de Setembro de 2019
Jornal do Algarve, 24 de Setembro de 2019

Público, 25 de Setembro de 2019

Newsbeezer, 24 de Setembro de 2019

Sapo, 25 de Setembro de 2019

Postal, 25 de Setembro de 2019

Portugal Resident, 26 de Setembro de 2019

Sul Informação, 27 de Setembro de 2019

Correio da Manhã, 27 de Setembro de 2019



  

Se tiver conhecimento de outras ocorrências do RIAS – Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens na comunicação social, por favor informe-nos para rias.aldeia@gmail.com.


Uma década de RIAS! Venha festejar connosco...


Desde 2009 em funcionamento, o RIAS já recebeu mais de 14 000 animais (11 300 vivos), tendo sido possível recuperar e devolver à natureza mais de 5500. Nestes dez anos realizamos cerca de 3 000 actividades de sensibilização ambiental que envolveram mais de 160 000 pessoas de todo o Algarve, maioritariamente crianças.

Para celebrar esta data especial preparámos um fim-de-semana repleto de actividades na Quinta de Marim, em Olhão, em parceria com a Direcção Regional de Conservação da Natureza e Florestas (Parque Natural da Ria Formosa) e o Município de Olhão.

No Sábado (28 de Setembro) o dia será dedicado à realização de um BioBlitz  na Quinta de Marim: ao longo do dia tentaremos observar e identificar o maior número de espécies de fauna e flora na Quinta. Teremos monitores para os diferentes grupos, desde insectos, aves, morcegos ou plantas, no que será uma excelente oportunidade para aprender mais sobre estas temáticas. 
Ao final do dia teremos Danças do Mundo e a partir das 21h o primeiro concerto com o grupo O Galopim, seguido da banda Terra Livre

No Domingo (29 de Setembro) o programa será dedicado ao Dia Aberto do RIAS onde os participantes poderão aprender como funciona um centro de recuperação de animais selvagens, auxiliando a equipa nas tarefas diárias do centro. Em paralelo e ao longo do dia estão planeadas oficinas para miúdos e graúdos, desde fotografia de natureza, desenho de campo, peddypapers e devoluções à natureza de animais recuperados pelo RIAS. A festa terminará com um concerto de música dos anos 80 e 90 e abertura do bolo de aniversário.

Venha celebrar este momento connosco!

Inscrições para atividades:
http://www.aldeia.org/portal/user/documentos/Programa_RIAS_10_ANIVERSARIO.pdf



Duas rolas-turcas e dois borrelhos-de-coleira-interrompida foram devolvidos à Natureza

A meio do mês de Agosto, deram entrada no RIAS duas rolas-turcas (Streptopelia decaocto). Uma delas era ainda bastante pequena, e terá possivelmente caído do ninho, enquanto a outra apresentava sinais de trauma.


Após algumas semanas a recuperar na sala das crias, foram transferidas para instalações exteriores para poderem treinar o voo, e ter contacto com o mundo exterior. No final, quase um mês e meio depois de ingressarem no RIAS, puderam finalmente ser devolvidas à Natureza.


Para além destas aves, foram também libertados dois borrelhos-de-coleira-interrompida (Charadrius alexandrinus) que chegaram ao RIAS ainda muito pequenos.



Após quase dois meses a crescer e a ganhar forças, estão novamente no seu habitat - zonas de sapal, onde irão procurar crustáceos, poliquetas, vermes e moluscos, para se alimentarem. 





Dia Internacional de Limpeza Costeira, com as Guias de Loulé, Portimão e Olhão

No âmbito do Dia Internacional de Limpeza Costeira, dia 21 de Setembro, o RIAS organizou, em conjunto com as Guias de Loulé, as Guias de Portimão e as Guias de Olhãouma limpeza de praia que se realizou na Quinta de Marim. 



Com o apoio da Fundação Oceano Azul que forneceu o material para a recolha do lixo encontrado, estes grupos dedicaram parte do seu dia a tornar o Parque Natural da Ria Formosa um espaço mais limpo.

Esta foi apenas uma das 70 ações a decorrer pelo país para limpar 55 praias do nosso país.





Os materiais mais comuns encontrados foram garrafas de plástico, esferovite, cordas e redes de pesca, caixas de plástico, pedaços de madeira, mas também persianas, um gorro de pai natal, uma bicicleta e pneus.

Nos 1 000m que percorreram na zona do Moinho de Maré, retiraram 250 kg de lixo. 

Um muito obrigada a todos os envolvidos, e a estas fantásticas voluntárias!




Recebemos João Vasconcelos, deputado do BE, e devolvemos à Natureza um alcaravão e um picanço-barreteiro que nos chegou com cola nas suas asas.

Durante esta semana, o RIAS recebeu a visita do Deputado João Vasconcelos, representante do Bloco de Esquerda no Algarve. 

Esta visita é importante para que seja debatido em Parlamento as dificuldades que os centros de recuperação tentam ultrapassar todos os dias. 


Foi também altura para devolver à Natureza, um alcaravão (Burhinus oedicnemus), que ingressou no RIAS há cerca de um mês apresentando sinais de trauma. Agora recuperado, foi libertado pela nossa voluntária Ana, no seu último dia de voluntariado - Obrigada por tudo Ana! 



Esta ave irá fazer uso da coloração das suas penas para se camuflar no meio envolvente, o que o torna difícil de observar.



Durante o mês de Agosto, o nosso centro recebeu um picanço-barreteiro (Lanius senator), ave fácil de identificar pelo seu barrete cor-de-ferrugem e máscara preta. 

Ingressou no RIAS com cola nas suas asas, proveniente de algum tipo de armadilha. Após limpeza e tratamento das penas, esta ave voltou a conseguir voar e alimentar-se de forma autónoma, sinónimo de mais uma recuperação bem-sucedida.









Um garça-boieira e 3 frisadas foram devolvidas na lagoa de Quinta de Marim

O segundo Sábado Livre do mês de Setembro contou com 15 pessoas para devolver animais de várias espécies à Natureza.

A garça-boieira (Bubulcus ibis), geralmente observada junto a gado, ingressou no RIAS ainda juvenil e bastante debilitada.
Esteve a recuperar no centro durante quatro semanas, até poder voltar novamente a voar em liberdade.





Para além desta espécie, também vários patos foram devolvidos na lagoa na Quinta de Marim.

Três frisadas (Anas strepera) ingressaram no RIAS com sintomas compatíveis com botulismo, doença que os deixa paralisados, impedindo-os de se alimentarem, e conduzindo consequentemente à sua morte. 

Encontrados a tempo, estas aves recuperaram e têm agora forças para voltar à Natureza.


Tal como qualquer outra ave que é devolvida à Natureza pelo nosso centro, os patos também são anilhados. No entanto, visto passarem grande parte do  seu tempo à superfície da água, a 'anilha' é colocada nas narinas destas aves, de forma a garantir que não magoe o animal.




Recebemos um grupo de jovens, vimos camaleões à noite, e devolvemos dois andorinhões à Natureza!

A semana do RIAs começou com a visita de um grupo de jovens do Centro Pedagógico Kids Meeting.

Vieram relembrar algumas das coisas que aprenderam o ano passado quando visitaram o centro, e viram alguns dos animais que temos em recuperação, através das câmaras de vigilância.

Saíram do RIAS a saber que animais nos chegam e porquê, mas principalmente a saber como proceder caso encontrem um animal selvagem ferido.  


No final da visita, surpreendemos o grupo com a devolução à Natureza de uma cegonha-branca (Ciconia ciconia). Esta ave ingressou no RIAS com um fio preso na pata, havendo necessidade de recorrer a cirurgia para lhe ser amputado um dos dedos.

Felizmente, isto não a impediu de voar ou alimentar-se, e por isso, conseguimos devolvê-la ao seu habitat.



Terça à noite realizámos a última atividade deste Verão em parceria com a Ciência Viva no Verão: Saída noturna para observação de camaleões.

É sempre uma atividade recebida com entusiasmo e expectativa por parte dos participantes. Nesta noite foi possível vermos 3 camaleões e ainda fomos surpreendidos pela observação de dois noitibós-de-nuca-vermelha (Caprimulgus ruficollis) em repouso no chão. 



Para terminar a semana, foram devolvidos à Natureza dois andorinhões-pálidos (Apus pallidus) que ingressaram no RIAS após terem caído do ninho, apresentando ainda sinais de crescimento das penas.

Agora com todas as penas completamente formadas e a conseguirem alimentar-se, estão aptos a sobreviver sozinhos.





Em Sábado Livre, o Vicente devolveu à Natureza o ouriço que apadrinhou. Uma cegonha-branca foi também devolvida ao seu habitat

O último Sábado Livre foi um dia especial. Não só porque dois ouriços-cacheiros (Erinaceus europaeus) voltaram a estar no seu habitat, mas porque um deles foi apadrinhado pelo Vicente que completou 8 anos.

Obrigada Vicente!

O apadrinhamento de animais é uma forma de contribuir para a recuperação do animal em questão, e ajudar o RIAS. Poderá ver como fazê-lo AQUI.


Estes pequenos mamíferos foram encontrados sem progenitores e debilitados, e trazidos até nós. Sem esta ajuda, a probabilidade de sobreviverem seria reduzida.

Desta forma, recuperaram, e puderam ser novamente devolvidos à Natureza, onde pertencem.



Surpreendendo o grupo que nos visitava, libertámos ainda uma cegonha-branca (Ciconia ciconia), que ingressou no RIAS pela mesma razão dos ouriços. Fora do ninho, e ainda sem conseguir voar, precisou de auxílio para aprender a sobreviver por si mesma.


Uma fuinha devolvida à Natureza, e a visita de curiosos campistas ao Centro de Interpretação do RIAS

Lembra-se da fuinha (Martes foina) que estava a recuperar no RIAS? Quando chegou ao nosso centro estava debilitada e muito magra. 


Após um mês e meio em recuperação, foi devolvida à Natureza. 


Este mamífero de porte médio tem hábitos noturnos, e por esta razão, a sua libertação foi realizada ao anoitecer. 




Poderá saber mais sobre este animal AQUI.

Durante esta semana recebemos a terceira e última visita programada para este Verão com o Parque de Campismo do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas

Cerca de 20 curiosos visitantes sabem agora como funciona um centro de recuperação de animais selvagens, que tipo de animais ingressam no RIAS, e os motivos pelos quais chegam até nós.



Esta é a Fabienne ...

Tem 19 anos, e vive nas montanhas na Aústria. 

Já esteve em Itália e na Irlanda a fazer voluntariado. Terminou o ensino secundário em Economia este Verão, e decidiu ajudar os animais do RIAS durante um ano, ao abrigo do Corpo Europeu de Solidariedade.



Boa sorte Fabienne!


O Jesús vem de Espanha ao abrigo do Corpo Europeu de Solidariedade

O Jesús tem 28 anos e é licenciado em Biologia pela Universidade de Salamanca, e mestre em Biologia Evolutiva. Desde então tirou vários cursos relacionados com vida selvagem, e passou três meses na Fundación para la Investigación en Etología y Biodiversidad, primeiro como voluntário e depois como trabalhador. 

Foi também voluntário durante 6 meses no centro de reprodução do lince ibérico de Zarza de Granadilla, onde trabalhou depois durante dois meses, no estudo do comportamento dos animais e a colaborar em tarefas como assistência veterinária, preparação de comida e libertação de linces no meio natural



Bem-vindo ao RIAS!

Este é o Fiach ...

Tem 24 anos e veio da Irlanda. Após estudar Zoologia, participou num projeto de investigação e conservação de espécies polinizadoras. Mais tarde, viveu em Sevilha, onde  foi assistente de investigação num estudo sobre a ecologia de aves necrófagas. 

"I’m very fortunate to be volunteering with RIAS until July 2020 under the European Solidarity Corps. It’s sure to be a great experience helping with the daily tasks of animal care and feeding, as well as maintenance of the facilities, public engagement and research."



Bem-vindo Fiach!

A Patricia vem para o RIAS ao abrigo do Corpo Europeu de Solidariedade

A Patrícia tem 26 anos, e realizou o curso de Biologia na Universidade de Salamanca. Desde 2015 tem realizado diversos voluntariados relacionados com fauna silvestre no centro de recuperação de animais selvagens Las Dunas e no centro de recuperação de fauna silvestre El Chaparillo. Esteve ainda no 'Centro de Rescate de Especies Marinas Amenazadas' (CREMA) durante dois meses.

"Ahora gracias al Cuerpo Europeo de Solidaridad pasaré un año en el centro de RIAS mejorando mis conocimientos sobre fauna silvestre."




Bem-vinda Patrícia!

O RIAS recebe 4 novos voluntários ao abrigo do Serviço Voluntário Europeu

No passado mês de Agosto demos as boas-vindas a quatro novos voluntários inseridos no programa de Serviço Voluntário Europeu. Em Olhão, a MOJU (Associação Movimento Juvenil) é responsável por receber estes jovens e dar-lhes o apoio necessário.



O RIAS irá acolher os quatro voluntários por um ano, onde irão ajudar no tratamento dos animais, preparação do alimento, manutenção das instalações, receção de visitantes no Centro de Interpretação Ambiental, e qualquer outra tarefa necessária no dia-a-dia do nosso centro.



Durante os próximos dias iremos dar a conhecer estes quatro jovens. 


Esperemos que aprendam coisas novas, e passem bons momentos no RIAS.
Obrigada!

Clipping Agosto 2019



Correio da Manhã, 4 de Agosto de 2019

Junta de Freguesia de Quelfes, 5 de Agosto de 2019

Expatica, 6 de Agosto de 2019

The nature world, 20 de Agosto de 2019



Se tiver conhecimento de outras ocorrências do RIAS – Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens na comunicação social, por favor informe-nos para rias.aldeia@gmail.com.

Dois guinchos-comuns devolvidos à Natureza, em sábado Livre

No passado Sábado Livre, o RIAS deslocou-se até ao Moinho de Maré, na Quinta de Marim, para devolver à Natureza dois guinchos-comuns (Chroicocephalus ridibundus).

Esta pequena gaivota ocorre em Portugal, principalmente como invernante, podendo ser observada de Julho a Março. Durante estes meses perde o seu capuz acastanhado (ainda visível na imagem), típico da época nupcial. 



Estes guinchos ingressaram no RIAS porque apresentavam sintomas de intoxicação alimentar (paralisia, diarreia e desidratação), como acontece vulgarmente com outras gaivotas que chegam ao nosso centro.

Precisaram de cerca de um mês para recuperar, e poder voar novamente em liberdade.