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A mostrar mensagens de Agosto, 2019

10º aniversário RIAS | Programa

🦔 PROGRAMA DISPONÍVEL! 🦉

Já pode ver todas as atividades que temos programadas para este fim-de-semana tão especial ao RIAS.

Inscreva-se (clicando na atividade de interesse) AQUI!




Devolvemos à Natureza uma coruja-do-mato no Vila Vita Parc e recebemos a visita da cabeça de lista do PS

O RIAS recebeu na Terça-feira Jamila Madeira, a cabeça de lista do Partido Socialista pelo círculo eleitoral de Faro, e os candidatos do PS Algarve à Assembleia da República. 

Nesta visita conheceram o trabalho do centro, e as dificuldades que estamos constantemente a tentar ultrapassar.



Ainda nesta semana, deslocámo-nos até ao Vila Vita Parc em Porches para devolver à Natureza uma coruja-do-mato (Strix aluco). Esta ave chegou-nos ainda cria, o que implicou uma recuperação de várias semanas até que conseguisse voar e caçar sozinha.


Estes curiosos participantes aprenderam diversas características sobre a espécie, e puderam a seguir ajudar na sua devolução.





Junta de Freguesia de Montenegro ajuda o RIAS no transporte de novo material

Ao longo das últimas semanas, o RIAS teve acesso a móveis que não teriam mais utilidade, e iriam portanto ser descartados. Posto isto, e pela necessidade de melhoria do mobiliário que até agora tínhamos, aproveitámos a oportunidade.

No entanto, não temos veículos que nos permitam o transporte deste tipo de material, e por isso, contámos com a Junta de Freguesia de Montenegro para nos ajudar.  



Desde armários, lavatórios e bancadas, este material serviu para dar uma nova imagem ao nosso Centro de Interpretação Ambiental, e melhorar outros espaços do RIAS.




Um muito obrigada pelo apoio!





Devolvemos à Natureza um mocho que esteve recuperar durante 1 ano após ter estado em cativeiro ilegal

O Sábado Livre passado foi dia para devolver à Natureza dois mochos-galegos (Athene noctua). 



Um destes mochos ingressou no RIAS o mês passado por trauma de causa desconhecida. 
O outro mocho esteve em cativeiro ilegal. Chegou ao nosso centro em muito mau estado, pois todas as penas primárias e secundárias haviam sido cortadas, e apresentava bubblefoot (infeção nas patas causada geralmente por repouso/estadia num local inapropriado). 



Relembramos que o cativeiro de animais selvagens capturados na Natureza é ilegal, e punível por lei. 

Este mocho esteve a recuperar no RIAS durante 1 ano, para que o seu corpo recuperasse da falta de nutrientes causada pela alimentação inadequada. Para além disso, foi necessário esperar que fizesse a muda das penas, para que novas crescessem, e lhe fosse finalmente permitido voar. 






Um andorinhão e dois abelharucos devolvidos à Natureza, e um grupo de campistas fizeram uma visita ao RIAS

Durante esta semana, o RIAS devolveu à Natureza vários animais. Dois abelharucos (Merops apiaster) e um andorinhão-preto (Apus apus) voltaram a voar em liberdade após terem ingressado no nosso centro enquanto crias. 

Abelharucos.

Devolução à Natureza de dois abelharucos.

Devolução à Natureza de andorinhão-preto.

O interesse das pessoas em conhecer o trabalho de um centro de recuperação de animais selvagens é cada maior, e por isso, na Quinta-feira recebemos no nosso Centro de Interpretação Ambiental um grupo de cerca de 40 campistas do Parque de Campismo do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas

Através de câmaras de vigilância que temos disponíveis, mostrámos alguns dos animais em recuperação: alcaravão, gaivotas, peneireiros-vulgares e um bufo-real.  




Uma parte importante da nossa exposição é dedicada aos fatores de ameaça de alguns dos animais que nos chegam. Desde armadilhas para abate ilegal, tiro, a material que os animais ingerem ou onde ficam presos, pondo em causa a sobrevivência destes.

Esperamos desta forma, sensibilizar todos os que nos visitam para um esforço conjunto em prol da conservação da Natureza.




Desde o início do ano já recebemos mais de 800 crias e/ou juvenis!

Desde o início do ano, o RIAS já recebeu mais de 800 crias e/ou juvenis que caíram dos ninhos, ficaram órfãos, ou estavam numa situação de perigo. Desde aves como os melros, pintassilgos, rolas, pêgas, andorinhas, falcões e abelharucos, a mamíferos como os morcegos, ouriços-cacheiros.

Geralmente, as aves nesta fase ingressam no RIAS ainda sem conseguir voar. Por esta razão, é necessário um acompanhamento atento para que, dentro das nossas instalações, possam aprender a voar e a caçar.

Alimentação de coruja-do-mato (Strix aluco).

Andorinha-dos-beirais (Delichon urbicum) em recuperação.

Para poder dar resposta a este aumento de ingressos, nos meses de Verão, o RIAS tem duas pessoas exclusivamente dedicadas às crias.

Dependendo da espécie, a alimentação é feita em intervalos de 1h30, 2h ou 3h, sendo que por vezes, alimentar todas elas pode demorar cerca de 1h. Para além disto, há que preparar o alimento de acordo com as necessidades de cada animal.


Alimentação de morcego-hortelão (Eptesicus serotinus).



Crias de ouriço-cacheiro (Erinaceus euroapeus).

Relembramos que, caso encontre uma cria de ave, apenas a deve trazer até nós caso se encontre ferida/debilitada ou numa situação de risco de vida (sem progenitores por perto, e/ou se estiver junto a estradas ou locais com possíveis predadores).


Mais uma cegonha juvenil recuperada, que voa pela primeira vez em liberdade!

Desde o início do ano, o RIAS realizou Sábados Livres em todos os fins-de-semana, perfazendo mais de 30 destes eventos. O fim-de-semana passado não foi exceção, e devolvemos à Natureza uma cegonha-branca (Ciconia ciconia).


Esta ave ingressou enquanto juvenil, após ter caído do seu ninho. Possivelmente, terá tentado realizar o primeiro voo, que nem sempre é concretizado à primeira. 

Sem lesões aparentes, precisou apenas de recuperar forças e praticar o voo antes de a podermos devolver ao seu habitat.



Assim, este foi então o primeiro voo em liberdade para esta fantástica ave. 



Atividades com a Ciência Viva no Verão, e várias devoluções à Natureza!

O RIAS teve uma semana fantástica!

Começando pelo passado Sábado, com a atividade para observação de borboletas noturnas, em conjunto com a Ciência Viva no Verão.

Apesar de haver em Portugal mais espécies noturnas do que diurnas, estes insetos são geralmente pouco conhecidos. Por esta razão, esta é uma atividade que desperta a curiosidade dos nossos participantes. 

Durante este evento, foi possível ver entre 20 a 30 espécies de borboletas noturnas.

Para saber mais sobre estas borboletas, poderá visitar esta notícia da Wilder e este folheto da ALDEIA. 


Watsonalla uncinula

Na Terça-feira recebemos no nosso centro uma simpática família para realizar outra atividade enquadrada na Ciência Viva no Verão: 'Descobre os morcegos'.

Percebemos porque são mamíferos, apesar de conseguirem voar; aprendemos que apesar de alguns se alimentarem de sangue, a grande maioria come insetos e frutos; e chegámos à conclusão de que sem morcegos, os ecossistemas ficariam em desequilíbrio.

No final da atividade, pais e filhos construíram os seus próprios morcegos. 




No final do dia, foram ainda libertadas duas andorinhas-dos-beirais (Delichon urbicum) com algumas das pessoas que as encontraram.



A meio da semana, foram devolvidas à Natureza duas garças.

Uma garça-boieira (Bubulcus ibis) que apresentava alguma debilidade quando ingressou no RIAS, e uma garça-real (Ardea cinerea) que mostrava sinais de afogamento.

Felizmente, ambas recuperaram e voam agora novamente em liberdade.

Devolução à Natureza de Garça-boieira.

Devolução à Natureza de Garça-real.

Gaivotas com sintomas de intoxicação alimentar recuperam e são devolvidas à Natureza

O Sábado Livre que decorreu no fim-de-semana passado teve o propósito de devolver à Natureza várias gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis) que ingressaram no RIAS com sintomas de intoxicação alimentar.


Como já referimos em publicações anteriores, a maioria das gaivotas que nos chegam, apresentam esta condição. Geralmente, uma boa alimentação, descanso e hidratação, resolvem o problema, e estas aves conseguem recuperar.




Recebemos esta semana a Associação Clube Xzen para melhorar as instalações dos animais, e um grupo de lobitos da Madeira libertaram um peneireiro-vulgar

Como publicado na Terça-feira, o RIAS recebeu esta semana um grupo de fantásticos jovens, da Associação clube Xzen. Dispostos a ajudar o nosso centro, durante 4 dias renovaram algumas das vedações exteriores, retiraram canas e ainda construíram um percurso com pedras.




Tiveram também o privilégio de devolver à Natureza quatro gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis) recuperadas no RIAS. 

Foi um prazer receber-vos mais uma vez. Cá vos esperamos para o ano.



Na Quarta-feira recebemos um grupo de lobitos da Madeira, que vieram passar alguns dias ao Algarve para conhecer a região. Claro que uma das paragens obrigatórias foi o Parque Natural da Ria Formosa. 

Aqui, aproveitaram para visitar o nosso Centro de Interpretação Ambiental e conhecer o nosso trabalho. 


Conseguimos ainda surpreendê-los com a devolução à Natureza de um peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus), à qual os voluntários do Clube Xzen se juntaram. Todos juntos, voltaram a introduzir esta ave de rapina no seu habitat.




Para além de aves e répteis, o RIAS também recebe mamíferos

A maioria dos animais que o RIAS recebe são aves. Pardais, melros, gaivotas, andorinhas, ou mesmo aves de rapina. 

No entanto, somos um centro de recuperação para animais selvagens, e por isso, ingressam mais do que aves. Com menos frequência, recebemos répteis (camaleões, cágados ou mesmo cobras) e mamíferos.


A espécie de mamífero que mais recebemos é o ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus), seguido dos morcegos.



Alimentação de morcego-hortelão (Eptesicus serotinus). 


Para além destes, o RIAS tem atualmente em recuperação um espécime de fuinha (Martes foina), gineta (Genetta genetta) e saca-rabos (Herpestes ichneumon). 

Ingressaram no nosso centro por debilidade, no caso da fuinha, e por terem ficado sem os progenitores, no caso da gineta e do saca-rabos. 

Para além disto, por vezes também chegam com sinais de atropelamento, tornando a recuperação mais difícil. 

Gineta a ser examinada.

Mudança da gineta para a instalação exterior.

Exame físico a um saca-rabos.

Exame físico a fuinha.

Recentemente também ingressou no RIAS uma doninha (Mustela nivalis), que entrou acidentalmente numa loja. Após exame físico, a nossa equipa veterinária verificou que o animal não apresentava lesões, e foi então devolvido à Natureza.  



À exceção do saca-rabos que caça durante o dia, estes carnívoros não são facilmente observados, pois é durante a noite que procuram alimento. 

10 gaivotas que cresceram no RIAS foram finalmente devolvidas à Natureza

No passado Sábado Livre, várias pessoas tiveram o privilégio de assistir ao primeiro voo em liberdade de várias gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis).



Esta espécie é nidificante em Portugal. Por esta razão, é comum serem encontradas crias em perigo. Felizmente, estas pequenas aves foram encontradas por alguém que as fez chegar até nós, aumentando a probabilidade de sobrevivência.


Após uma longa recuperação para algumas destas gaivotas, neste dia, começaram a exploração entusiasmada de um novo ambiente.



8 peneireiros-vulgares devolvidos à Natureza, dois mochos-galegos, um abelharuco, e uma saída noturna para observar camaleões

Qual é a melhor forma para o RIAS começar a semana? Com devoluções à Natureza, claro. 

Dois mochos-galegos (Athene noctua) e oito peneireiros-vulgares (Falco tinnunculus) chegaram ao nosso centro por diversas razões. Alguns com sinais de trauma, outros por queda de ninho, outros débeis. Mas todos eles tiveram uma recuperação bem sucedida, tornando-os prontos a voltar à Natureza. 

Neste momento, contámos com a presença de algumas das pessoas que encontraram estes animais, mas também com o senhor Presidente da Junta de Freguesia de Quelfes. 





























No dia seguinte, a tão aguardada atividade por parte de várias pessoas que já a fizeram. A observação noturna de camaleões. 


Em conjunto com a Ciência Viva no Verão, o RIAS realizou uma saída noturna para observar camaleões. A esta hora, o verde vívido destes répteis destaca-se mais facilmente das árvores e arbustos onde se encontra, aumentando a probabilidade de os observarmos.





Foi ainda libertado um abelharuco-comum (Merops apiaster), ave facilmente reconhecida pelas suas penas coloridas, e que se encontra em Portugal de Abril a Setembro.