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Clipping Abril 2019


A Hora do Sul, 2 de Abril de 2019

Sul Informação, 2 de Abril de 2019

Região Sul, 3 de Abril de 2019

Algarve primeiro, 3 de Abril de 2019

Sul informação, 11 de Abril de 2019

CMjornal, 16 de Abril de 2019

Postal, 16 de Abril de 2019

CMTV, 16 de Abril de 2019

Algarve Daily News, 16 de Abril de 2019

Wilder, 19 de Abril de 2019

O Sábado Livre perfeito: sol e animais devolvidos à Natureza

Quando alguém entrega e/ou encaminha um animal ferido até ao RIAS, e sempre que possível, fazemos questão de contactar essa pessoa para que possa desfrutar do passo final da recuperação desse animal, a sua devolução à Natureza.

Foi o que aconteceu às três gaivotas que libertámos no passado Sábado Livre. Imóveis e fracas, foram trazidas até nós por quem as encontrou. Algumas semanas de recuperação e estavam aptas a voltar aos seus habitats.




Não nos cansamos de agradecer a todas as pessoas que se preocupam e trazem estes animais feridos até nós. 

Obrigada.



Actividades de Educação Ambiental e uma visita da televisão RAI

A televisão RAI de Itália visitou o RIAS para falar um pouco sobre cegonhas. 



Na quarta-feira foi tempo de devolver à natureza dois melros. Ambos chegaram ao RIAS após terem caído do ninho. Estiveram ao nosso cuidado até crescerem todas as penas necessárias ao voo.




O final da semana ficou marcado por mais duas actividades de educação ambiental.
Uma turma da escola de Marim visitou o nosso centro de interpretação ambiental. Muito curiosos ouviram atentamente a explicação sobre o nosso centro e puderam assistir à entrega de um pequeno pardal que nos foi trazido por quem o encontrou. No final, devolveram à natureza uma gaivota-d'asa-escura. 




Enquanto uma turma visitava o RIAS, outra turma fazia uma visita guiada pelo circuito de manutenção dos Pinheiros de Marim. Durante a visita aprenderam um pouco mais sobre a fauna selvagem que habita neste espaço e sobre algumas plantas também. Esta actividade está inserida num conjunto de actividades realizadas em parceria com a Câmara Municipal de Olhão.



15 animais foram devolvidos à Natureza no último Sábado


Neste dia, devolvemos à Natureza seis ouriços. O que os trouxe até nós? Atropelamento ou o facto de ser uma pequena cria sem progenitores visíveis por perto. Sem ajuda, estes animais teriam pouca probabilidade de sobreviver.
Dois deles nasceram no RIAS! A sua progenitora ingressou grávida vítima de predação.




E libertámos também várias gaivotas. Quase todos os Sábados Livres devolvemos gaivotas à Natureza. Isto, porque a maior parte dos animais ingressados são gaivotas. Só este ano, cerca de 52% dos animais que nos chegaram eram gaivotas

Como referimos na publicação anterior, grande parte destes animais ingressam com sintomas de intoxicação alimentar, e estão por isso, muito fracas. No entanto, cerca de 1 mês depois, estão recuperadas e conseguimos devolvê-las à Natureza. 



Neste sábado Livre, recebemos cerca de 30 pessoas para assistir à libertação destes animais no seu habitat natural. Como sempre, é explicada a diferença entre as várias espécies de gaivotas que recebemos, e o motivo pelo qual ingressaram no nosso centro. 

Mais tarde chegou-nos um peneireiro-vulgar que estava preso numa rede. Após exame físico verificou-se que estava tudo bem com o animal e foi prontamente libertado no local em que foi encontrado.





Ainda no Sábado, uma cegonha-branca foi devolvida à natureza em Silves.
Esta cegonha é um caso de sucesso, pois foi vítima da electrocussão. Estes casos são sempre muito difíceis de recuperar, pois os animais sofrem lesões quase sempre fatais, sendo que a taxa de recuperação acaba por ser muito baixa. 




Agradecemos a todas as pessoas que nos ajudam. 
Estas devoluções também são vossas.

Necrópsias, Identificação de aves e muito mais no XXII Encontro Nacional de Estudantes de Biologia

A semana do RIAS começou com a participação da nossa equipa em várias palestras enquadradas no XXII Encontro Nacional de Estudantes de Biologia, que decorreu em Faro.

Desde a apresentação do nosso trabalho, aos primeiros socorros a aves, ou mesmo à realização de necrópsias para aprender a anatomofisiologia de algumas aves, foram dois dias cheios de aprendizagem e estudantes curiosos.



Obrigada pelo convite e pela participação destes futuros biólogos.

XXII ENEB 2019

Mestre Raposa ajuda o RIAS a ter novas janelas na sala de cirurgia



Como em qualquer estrutura, a manutenção é algo necessário. No RIAS, as janelas da sala de cirurgia e Raio-X já estavam bastante degradadas e a necessitar de substituição. Esta alteração era algo muito importante para nós, para haver um bom isolamento da sala, e segurança durante as intervenções realizadas aos animais.

Desta forma, abordámos o Mestre Raposa no sentido de termos o seu apoio nesta demanda pela melhorias das instalações. Como vos mostramos, a resposta foi positiva. 



Temos muito que agradecer, pela boa disposição desta equipa, e pela ajuda aos nossos animais.

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15 gaivotas devolvidas à Natureza. Mas ... o que as trouxe até nós?

Como já é habitual no Sábado Livre, os participantes têm a possibilidade de visitar o Centro de Interpretação Ambiental do RIAS e ficar a conhecer melhor o trabalho que aqui fazemos. 

Foi com grande alegria que neste dia, tivemos a possibilidade de devolver à Natureza 15 gaivotas.


15 gaivotas que chegaram ao RIAS com sintomas de intoxicação alimentar (diarreia e desidratação), e paralisia muscular. Fracas, iriam certamente ter um fim trágico.

No entanto, e devido ao carinho que muitas pessoas têm pelos animais, muitas são trazidas até nós.
  
No ano passado, cerca de 47% das gaivotas que ingressaram no RIAS, apresentavam os mesmos sintomas.


Ainda não existem resultados que associem esta condição às gaivotas que ingressam no nosso centro
No entanto, em todo o mundo, há muitos anos que a ligação entre blooms de algas tóxicas e a morte de animais marinhos é reconhecida.

Designados mundialmente como Harmful Algae Blooms (HAB) ou 'marés vermelhas', estes eventos traduzem-se em enormes aglomerados de microscópicas algas (fitoplâncton) tóxicas. 

As toxinas produzidas são ingeridas por zooplâncton (minúsculos animais), e através da cadeia alimentar, irão acumular-se em animais de topo, como peixes, aves e mamíferos. 



Por certo já terá ouvido, que por vezes é proibida a apanha de bivalves em determinadas regiões do nosso país, que podem pôr em risco a saúde de quem os ingira. Isto porque estes animais são excelentes indicadores da existência de toxinas no oceano. Em Portugal, a concentração de biotoxinas e fitoplâncton nocivo existente em bivalves é monitorizada pelo IPMA. 
Para além disto, existem também projetos de investigação que têm como objetivo compreender a ligação entre estas algas tóxicas e os sintomas apresentados por aves marinhas.


Caso encontre uma ave que apresente os sintomas referidos em cima, deve cuidadosamente tentar apanhá-la, cobrindo a cabeça com uma toalha, colocá-la numa caixa, e trazê-la o mais rapidamente até nós. 

Uma visita especial ao RIAS

A semana passada tivemos no RIAS uma visita muito especial! A Anocas veio conhecer o trabalho do nosso centro e teve o privilégio de devolver à Natureza um andorinhão-pálido recuperado!!




Para quem ainda não conhece a história desta pequena grande lutadora, pode seguir a sua página aqui: https://www.facebook.com/anocas.princesacinderela

Pode também ajudar fazendo um donativo que será utilizado nos tratamentos que esta princesa necessita para o seguinte IBAN: PT50 0010 0000 5681 6600 0010 7

A Anocas amou a visita ao RIAS e nós adorámos receber tanta energia positiva e amor!!


Faça como o RIAS e junte-se ao "Exército da Anocas"! 

2 cirurgias e várias devoluções marcaram esta semana

Crias de pintassilgo (Carduelis carduelis)
Durante o decorrer desta semana, foram vários os ingressos de pequenas aves.  Pintassilgos, melros, pardais, corujas. 

Chegam-nos debilitadas, ou com alguns ferimentos, mas por vezes, também nos são trazidas sem problemas aparentes. 


Relembramos que o ideal é sempre manter as crias perto dos progenitores, mesmo que não fiquem no ninho. Poderá colocar o animal num local alto e/ou longe de predadores, para que continue a ser alimentado. Caso isto não seja possível, deverá então trazê-lo até nós.



Foi também uma semana de intervenções cirúrgicas. 


Recebemos na semana passada uma gaivota-d'asa-escura com um fio enrolado na pata, cujo ferimento foi tratado na esperança que recuperasse. No entanto, passados alguns dias e sem melhorias, foi decidido que a melhor opção era a amputação desta pata, que poderia estar a comprometer a sobrevivência da gaivota.


Ficamos contentes em informar que assim que saiu da cirurgia, conseguia manter-se em pé, e já se alimenta sozinha. Irá certamente ser um caso de sucesso.


Para além da gaivota, foi também operado um cágado-mediterrânico, vítima de atropelamento e que apresentava diversas fraturas na carapaça.  



Mas esta semana não se fez só de ingressos. Na Quarta-feira foi possível devolver à Natureza várias gaivotas com a ajuda da Associação Desportiva de Olhão 4 ao Cubo. Estas crianças aprenderam a diferenciar entre duas espécies de gaivotas, e quais os animais em fase adulta e em fase juvenil. 



A preencher ainda mais esta semana, recebemos a visita de uma família que veio devolver à Natureza o melro que encontrou e trouxe até nós. É um momento rápido, mas muito gratificante. Obrigada.




Garça, águia, gaivotas e mocho. Um Sábado Livre em que a chuva não impediu devoluções à Natureza!

Apesar de ser o mês das 'águas mil', as devoluções à Natureza continuam. E no Sábado Livre que passou, recebemos 50 pessoas que não se deixaram parar pela chuva que ameaçava cair.


O primeiro animal a estar novamente em liberdade foi uma garça-vermelha (Ardea purpurea), que chegou debilitada ao nosso centro. Sendo uma espécie estival, terá chegado ao nosso país em Março após uma longa viagem, e irá migrar novamente no final de Julho.

Foi a primeira vez que o RIAS devolveu à Natureza uma garça-vermelha. 




Foram também devolvidas 8 gaivotas juvenis e adultas de duas espécies, gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis) e gaivota-d'asa-escura (Larus fuscus), que deram entrada no nosso centro com sintomas de intoxicação alimentar. 


Finalmente recuperadas, não hesitaram quando as caixas se abriram, e puderam novamente voar em liberdade.


De aves aquáticas passámos para aves de rapina. 

Uma águia-d'asa-redonda (Buteo buteo) foi devolvida à Natureza pela sua madrinha Alexandra.



E um mocho-galego (Athene noctua) foi libertado pelos amantes de magia da Comunidade Harry Potter Algarve



Obrigada a todos os que participaram nestas devoluções. 

Semana da Ria Formosa com visitas aos Pinheiros de Marim e devoluções à Natureza

Nesta 4ª edição da Semana da Ria Formosa, foram muitas as horas passadas nos Pinheiros de Marim com os alunos de 4º ano do concelho de Olhão. Estar em contacto com a Natureza, e conhecer a fauna e a flora é algo que consideramos indispensável para poder sensibilizar estas crianças para a importância da conservação do ambiente.



Durante esta semana, foi também possível devolver à Natureza uma cegonha-branca (Ciconia ciconia) que chegou bastante fraca ao nosso centro. Para o fazer, contámos com a ajuda dos padrinhos desta lindíssima ave: os alunos da escola EB2/3 Santo António, em Faro. 

Foi certamente um momento muito especial para estas crianças.



Mas as devoluções não ficaram por aqui. Por termos muitas gaivotas ingressadas no RIAS, temos muitas vezes necessidade de devolver estes animais durante a semana. No vídeo pode ver 6 gaivotas de duas espécies diferentes, gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis) e gaivota-d'asa-escura (Larus fuscus), a voar novamente em liberdade.



Escoteiros de Montenegro ajudam em Sábado Livre

No Sábado passado realizou-se mais uma vez o Sábado Livre, evento que o RIAS criou, para que as pessoas possam estar mais envolvidas na devolução de animais à Natureza, e estejam conscientes das ameaças que estes animais enfrentam.

No decorrer destas devoluções, descobrem-se curiosidades sobre as espécies devolvidas, assim como a razão que as trouxe até ao nosso centro de recuperação. 

Neste dia, 4 gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis) voltaram a voar novamente em liberdade depois de algumas semanas em recuperação.



Foi um dia especial, não só pelo regresso de animais ao seu habitat, mas pela participação dos Escoteiros de Montenegro, que vieram pôr mãos-à-obra e ajudar o RIAS.

A manutenção dos espaços onde os animais são mantidos é necessária para que possam ter as condições adequadas à sua recuperação.



Foram necessários 13 jovens, meia-dúzia de ferramentas, e uma pitada de boa disposição para reestruturar uma das nossas instalações exteriores, onde é comum termos gaivotas a recuperar.




Agradecemos do fundo do coração a vossa ajuda e boa vontade. E esperamos contar convosco noutras ocasiões.

Clipping Março 2019