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Cria de águia-d'asa-redonda devolvida à Natureza

No passado Sábado Livre devolvemos à Natureza uma cria de águia-d'asa-redonda (Buteo buteo).

Esta ave chegou há um mês atrás sem lesões aparentes, e por isso, a sua recuperação foi relativamente rápida. 



Esta águia é relativamente fácil de observar em todo o país, pois temos vários indivíduos residentes.  

Para saber mais sobre a águia-d'asa-redonda, pode seguir este link.



As crias de corujas-das-torres que chegaram ao RIAS foram finalmente devolvidas ao seu habitat natural

Lembra-se das corujas-das-torres que chegaram ao RIAS ainda enquanto crias?

Ingressaram há cerca de dois meses porque sem a presença de progenitores, estas incríveis aves não iriam sobreviver sozinhas. Por esta razão, quando os proprietários do terreno as encontraram, trouxeram-nas até nós.


Durante este tempo as penas cresceram, as corujas treinaram o voo e a caça, e foram ontem à tarde devolvidas ao local de origem, na região de Ourique.





Obrigada por nos terem recebido, e por fazerem os possíveis para ajudar estes fantásticos animais.




Desde 2018 que o RIAS recebe voluntários através do programa de Voluntariado Jovem para a Natureza e Floresta do IPDJ

Desde 2018 que o RIAS se juntou ao Instituto Português do Desporto e Juventude para receber voluntários inseridos no projeto de Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas.




Todos os voluntários são uma ajuda imprescindível ao bom funcionamento do RIAS. 

Desde a preparação dos alimentos dos diferentes animais, à limpeza das instalações onde os animais estão a recuperar, até à assistência aos procedimentos veterinários necessários. 






Para além disto, também recebem visitantes no nosso Centro de Interpretação Ambiental, onde apresentam o trabalho do RIAS, os animais que recebemos e a causa de ingresso, mas também desenvolvem material para vender neste espaço.



Após dias, semanas ou meses a acompanhar a evolução dos animais em recuperação, estas voluntárias têm a privilegiada experiência de devolvê-los à Natureza.



Um muito obrigada a todas vocês pela ajuda que dão aos animais!


Em 6 meses, o RIAS recebeu 10 animais vítimas de tentativa de abate!!

No espaço de 6 meses ingressaram vários animais no RIAS, cuja causa de ingresso se destaca pelos motivos mais horríveis: tentativa de abate. 


4 gaivotas-de-patas-amarelas
1 gaivota-d'asa-escura 
2 falcões-peregrino
1 peneireiro-vulgar
1 poupa 
1 cegonha

Raio-X de uma gaivota com dois chumbos. 

Falcão-peregrino em recuperação.

Raio-X de cegonha com dez chumbos.

Poupa em recuperação.

Destes, apenas 2 animais foram libertados: um falcão-peregrino e a cegonha. Três gaivotas continuam ainda em recuperação. 
Todos os outros não sobreviveram aos ferimentos.


Sendo animais selvagens, esta situação é ilegal. 
Caso assista a algo semelhante, denuncie. 


Para além destes casos, ingressou também uma gaivota já sem vida, cujas narinas estavam cobertas por uma ligadura. 

Poderá ter sido feito para evitar que a gaivota abrisse o bico e magoasse alguém, mas esta medida comprometeu as vias respiratórias da ave, impedindo-a de respirar.

Caso tenha dúvidas em como agir perante um encontro com um animal selvagem ferido, pode ligar-nos (927659313), que teremos todo o gosto em ajudar.





Dois estorninhos-pretos, um melro e um cuco devolvidos à Natureza em dia de Sábado Livre

Como publicámos na Sexta-feira, foram devolvidos à Natureza dois estorninhos-pretos (Sturnus unicolor) no nosso evento de Sábado Livre

Estas aves chegaram ao RIAS ainda enquanto crias e sem penas. Apesar disto, cresceram rapidamente e 3 semanas depois estavam prontos a embarcar numa nova aventura.



Por termos mais animais recuperados à hora do Sábado Livre, decidimos surpreender os nossos visitantes com mais duas espécies.

Uma delas, bastante comum e fácil de observar: o melro-preto (Turdus merula). Esta ave ingressou no próprio Sábado porque embateu contra uma janela. No entanto, quando chegou ao RIAS já não apresentava sinais de trauma, e foi então libertado.

É importante destacar que, com este ingresso, alcançámos os 1 000 animais recebidos no RIAS para o ano de 2019. 


O terceiro animal não é tão facilmente observado. O cuco-rabilongo (Clamator glandarius) é uma ave ligeiramente maior do que um charneco (ou pêga-azul) que se distribui por todo o país. Por ser estival, apenas passa alguns meses no nosso país, podendo chegar em Fevereiro e partir em Julho. 

Esta foi com certeza uma surpresa para quem nunca tinha visto um cuco. 


Pode ver a outra espécie de cuco que existe em Portugal, aqui.

Corujas, rola, gaio, pêga e camaleão, a semana do RIAS foi cheia de devoluções à Natureza

Em Fevereiro, escuteiros da Vidigueira encontraram crias de coruja-do-mato (Strix aluco) com 1 dia de vida, que foram trazidas até nós pelos Vigilantes da Natureza do Vale do Guadiana. Em baixo pode relembrar a foto que publicámos aquando da chegada das corujas.

Após uma recuperação incrível, estas aves viajaram até Cuba para que pudessem ser devolvidas à Natureza pelo grupo de crianças que as encontrou.




Em dia de feriado nacional, deslocámo-nos até à Lura, um espaço de educação ambiental aliado a festas para crianças, perto de Estoi. Fomos surpreender a Inês, que recebeu o apadrinhamento de uma coruja-do-mato, e pôde então devolvê-la à Natureza.  


Na Terça-feira, estava pronta a voar em liberdade uma rola-turca (Streptopelia decaocto), uma pêga-rabuda (Pica pica) e um gaio-comum (Garrulus glandarius).   



Finalmente, este pequeno camaleão regressou ao seu habitat natural depois de uma curta estadia no nosso centro, onde pôde descansar e recuperar do ataque de um gato.




Gaivotas devolvidas à Natureza pelo RIAS a viajar mundo fora...

O nosso centro recebe geralmente duas espécies de gaivotas, gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis) e gaivota-d'asa-escura (Larus fuscus). A primeira é residente, e por isso, nidifica em Portugal. A segunda, apesar de um pequeno número também ser residente, é geralmente invernante, ou seja, visita o nosso país apenas durante o Inverno e nidifica no norte da Europa.

Sempre que o RIAS devolve aves à Natureza, estas são anilhadas. Desta forma, sempre que alguém observa uma ave com anilha, poderá obter informação sobre o local onde a mesma foi anilhada.

Esta semana recebemos novidades sobre duas gaivotas-d'asa-escura que gostaríamos de partilhar com vocês.


Uma delas encontra-se neste momento em Edimburgo, no Reino Unido, a visitar o jardim de um habitante à procura de comida, como poderá ver no vídeo abaixo.




A segunda gaivota foi um pouco mais longe, e neste momento encontra-se na Islândia. 

Esta ave foi devolvida à Natureza em 2016, e todos os anos recebemos informação que visita esta ilha. Certamente já terá percorrido milhares de km durante as suas migrações nestes 3 anos.



Sempre que observar uma gaivota anilhada, poderá enviar-nos um email com a data, local, número de anilha e uma foto da ave para que possamos registar essa informação. 

Estará desta forma a contribuir para um maior conhecimento dos movimentos geográficos destes animais.

A cegonha que ingressou com 10 chumbos é uma lutadora e foi devolvida à Natureza, juntamente com 2 gaios-comum

O passado Sábado Livre foi o culminar de quase 2 meses de recuperação para a cegonha-branca (Ciconia ciconia) que ingressou no RIAS com 10 chumbos no corpo. 

Relembramos que a cegonha apresentava um ovo no interior, e que infelizmente não eclodiu, provavelmente devido a todo o stress a que a progenitora esteve sujeita. 




Mas contras todas as expectativas, esta cegonha sobreviveu. 

Quase 50 pessoas vieram assistir a este momento tão esperado por todos nós aqui no RIAS, e certamente por vós.





Para além desta ave, foram ainda devolvidos à Natureza dois gaios-comum (Garrulus glandarius). Esta espécie é facilmente reconhecível, devido ao azul presente nas asas, que contrasta com o dorso e peito castanho. É uma espécie residente em Portugal, e por isso, pode ser observado durante todo o ano.




Mais um ouriço devolvido à Natureza pelos alunos de Vila do Bispo, e mais de 400 crianças passaram pelo stand do RIAS na Semana da Criança e do Ambiente

A semana do RIAS começou com a conclusão do projeto com os alunos do concelho de Vila do Bispo. Desta vez, e ainda a tempo de celebrar o Dia da Criança, fomos devolver à Natureza o ouriço-cacheiro apadrinhado pelos alunos da escola de Vila do Bispo. 




Terça-feira deu-se início a Semana da Criança e do Ambiente no Jardim Pescador Olhanense, onde ao longo de 4 dias, todos os alunos da pré-escolar e ensino primário do concelho de Olhão puderam aprender e brincar ao mesmo tempo. 

Desde vários stands com atividades pedagógicas, a insufláveis e uma peça de teatro sobre os plásticos nos oceanos.

Na atividade que desenvolvemos, falámos brevemente do que são animais selvagens, e a seguir mãos-à-obra. Precisávamos descobrir onde costumam as cegonhas fazer ninho. E os ouriços? E as gaivotas? 



Foram mais de 400 as crianças que aprenderam que, apesar de termos gaivotas na cidade, elas têm por hábito fazer os seus ninhos nas praias. Apesar de um cágado poder ser chamado de tartaruga, não colocam os ovos na praia, mas sim junto a lagos. 

Esperamos desta forma ter sensibilizado estes pequenos a preservar o ambiente, e todos os seus habitantes, sejam eles pardais, melros, cágados, gaivotas, cegonhas ou corujas.  


Obrigada a todas as turmas que nos visitaram, e um muito obrigada à Câmara Municipal de Olhão pelo convite.

A 2a edição do EcoFest Marim foi preenchida com Educação Ambiental e várias devoluções à Natureza

O passado fim-de-semana foi recheado de atividades e momentos musicais no Parque Natural da Ria Formosa, no âmbito do Eco Fest Marim, que teve assim a sua 2a edição.

Com a ajuda de mais de 100 pessoas no total, o RIAS devolveu à Natureza uma rola-turca (Streptotelia decaocto), 9 gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis), uma gaivota-d'asa-escura (Larus fuscus) e uma coruja-do-mato (Strix aluco) juvenil.

Foram momentos de grande entusiasmo por parte de todos os que assistiram, mas a excitação e os sorrisos das crianças são sempre os mais contagiantes. 

Devolução à Natureza de uma rola-turca.

Devolução à Natureza de 10 gaivotas.

Devolução à Natureza de uma coruja-do-mato juvenil.

A nossa equipa aproveitou ainda a companhia da pequenada para desenvolver diversas atividades de Educação Ambiental. 

Desde fazer comedouros para passarinhos com material reutilizável, aprender como funcionam as penas e porque são importantes para as aves, e ainda descobriram que existem camaleões aqui na Quinta de Marim.

 
Atividade 'Construção de Comedouros para Aves'

Atividade ' Os mistérios das penas'


Atividade 'Há camaleões na Quinta?'