O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Até breve, Diogo, e muito obrigado!


Hoje, ao chegar às instalações do RIAS - Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens, o Diogo iniciou o trabalho com a alimentação e a renovação de água de alguns animais, por exemplo passeriformes. Em seguida, esteve na clínica a apoiar os trabalhos veterinários e de tratamento de animais recém-ingressados. Concluída esta rotina matinal, sentou-se no escritório para actualizar a base de dados e preparar alguns artigos de divulgação nas redes sociais. Mesmo antes do meio-dia chegou uma carga com 60 kg de comida para os animais em recuperação, oferecida pela Makro de Faro, que foi necessário categorizar e processar para uma arrumação adequada nas arcas de congelação, ao mesmo tempo que alguma foi separada imediatamente para a alimentação dos animais no fim-de-semana que se aproxima.

Durante a tarde, o Diogo realizou a alimentação das aves nas câmaras de muda, onde, numa delas, capturou dois mochos-galegos que se encontravam já em condições de serem devolvidos à Natureza. Só deu por finalizado o seu dia de trabalho quando abriu as mãos para deixar voar em liberdade um destes mochos entre os pinheiros da Quinta de Marim, no Parque Natural da Ria Formosa.

Este foi o último dia de trabalho do Diogo Amaro, desde sempre com um enorme empenho envergando a "camisola" de técnico do RIAS. Durante o último ano, ele foi responsável pelo programa de educação ambiental e divulgação do RIAS.

Desejamos-te agora a melhor das sortes nos teus novos desafios profissionais. Conta sempre com o RIAS para te acolher. Até breve, Diogo, e muito obrigado!

Devolução à Natureza de uma cobra-rateira

28 de Setembro de 2018 / 28th September 2018
Quinta de Marim, Olhão


Espécie (species): Cobra-rateira (Montpellier snake) Malpolon monspessulanus
Proveniência (origin): São Brás de Alportel
Dias em recuperação (days in recovery): Captura acidental (accidental catch)

A cobra-rateira é o réptil de maiores dimensões na Europa, sendo que os adultos desta espécie podem atingir mais de dois metros de comprimento. Porém, foi um juvenil com pouco mais de 50 cm, transportado até ao RIAS - Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens pela equipa de Vigilantes da Natureza do Parque Natural da Ria Formosa, que se encontrava acidentalmente num salão de cabeleireiro em São Brás de Alportel.

Esta é uma das quatro espécies de cobra com dentes inoculadores de veneno que existem em Portugal, contudo, como estes se localizam na parte posterior da mandíbula superior (opistoglifa), esta espécie não consegue injectar o veneno como defesa, usando-o apenas durante a deglutição das presas. A devolução destas cobras à Natureza é de elevada importância uma vez que, fazendo jus ao seu nome, se alimentam sobretudo de roedores, que podem representar pragas e servir como vectores de doenças humanas.

Devolução à Natureza de um ouriço-cacheiro e de uma coruja-das-torres

26 de Setembro de 2018 / 26th September 2018
Quinta de Marim, Olhão


Espécie (species): Ouriço-cacheiro (European hedgehog) Erinaceus europaeus
Proveniência (origin): Moncarapacho
Dias em recuperação (days in recovery): 7

Espécie (species): Coruja-das-torres (Barn owl) Tyto alba
Proveniência (origin): Olhão
Dias em recuperação (days in recovery): 14

É com alegria que vemos outros dois animais recuperados no RIAS - Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens, desta vez um mamífero e uma ave, serem devolvidos com sucesso à Natureza.

Agrada-nos igualmente o envolvimento dos cidadãos no nosso trabalho, tendo a devolução da coruja-das-torres sido realizada pela respectiva madrinha, que contribuiu para a sua recuperação. 

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Praxe Solidária no RIAS

No dia 19 de Setembro os alunos do curso de Imagem Médica e Radioterapia da Universidade do Algarve deslocaram-se até ao RIAS para realizarem uma Praxe Solidária. 


O objectivo desta actividade era dar a conhecer aos novos alunos o trabalho do RIAS e, com a ajuda de todos, fazer alguns trabalhos de manutenção no Centro.


Desde a desmatação de alguma áreas verdes à arrumação de materiais de construção, este grupo de alunos foi uma ajuda preciosa para o RIAS.


No final da actividade, e como forma de agradecimento da equipa, foram convidados a assistir à devolução à Natureza de um milhafre-preto.



Devolução à Natureza de um guincho-comum e de um andorinhão-pálido

25 de Setembro de 2018 / 25th September 2018
Quinta de Marim, Olhão


Espécie (species): Guincho-comum (Black-headed Gull) Chroicocephalus ridibundus
Proveniência (origin): Lagoa
Dias em recuperação (days in recovery): 14



Espécie (species): Andorinhão-pálido (Pallid Swift) Apus pallidus
Proveniência (origin): Lagoa
Dias em recuperação (days in recovery): 14


terça-feira, 25 de setembro de 2018

Devolução à Natureza de dois guinchos-comuns

24 de Setembro de 2018 / 24th September 2018
Quinta de Marim, Olhão


Espécie (species): Guincho-comum (Black-headed Gull) Chroicocephalus ridibundus
Proveniência (origin): Almancil
Dias em recuperação (days in recovery): 14

Espécie (species): Guincho-comum (Black-headed Gull) Chroicocephalus ridibundus
Proveniência (origin): Portimão
Dias em recuperação (days in recovery): 8

Devolução à Natureza de cinco gaivotas-de-patas-amarelas e de duas gaivotas-d'asa-escura

21 de Setembro de 2018 / 21st September 2018
Quinta de Marim, Olhão


Espécie (species): Gaivota-d'asa-escura (Lesser Black-backed Gull) Larus fuscus
Proveniência (origin): Albufeira
Dias em recuperação (days in recovery): 28
Anilha colorida (colour-ring): F66D

Espécie (species): Gaivota-de-patas-amarelas (Yellow-legged Gull) Larus michahellis
Proveniência (origin): Portimão
Dias em recuperação (days in recovery): 68
Anilha colorida (colour-ring): F67D

Espécie (species): Gaivota-d'asa-escura (Lesser Black-backed Gull) Larus fuscus
Proveniência (origin): Albufeira
Dias em recuperação (days in recovery): 33
Anilha colorida (colour-ring): F69D

Espécie (species): Gaivota-de-patas-amarelas (Yellow-legged Gull) Larus michahellis
Proveniência (origin): Montenegro
Dias em recuperação (days in recovery): 13
Anilha colorida (colour-ring): F70D

Espécie (species): Gaivota-de-patas-amarelas (Yellow-legged Gull) Larus michahellis
Proveniência (origin): Alvor
Dias em recuperação (days in recovery): 19
Anilha colorida (colour-ring): F72D

Espécie (species): Gaivota-de-patas-amarelas (Yellow-legged Gull) Larus michahellis
Proveniência (origin): Olhão
Dias em recuperação (days in recovery): 19
Anilha colorida (colour-ring): F73D

Espécie (species): Gaivota-de-patas-amarelas (Yellow-legged Gull) Larus michahellis
Proveniência (origin): Lagos
Dias em recuperação (days in recovery): 19
Anilha colorida (colour-ring): F74D




Devolução à Natureza de um guincho-comum

20 de Setembro de 2018 / 20th September 2018
Quinta de Marim, Olhão


Espécie (species): Guincho-comum (Black-headed Gull) Chroicocephalus ridibundus
Proveniência (origin): ETAR, Faro
Dias em recuperação (days in recovery): 77



quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Ciência Viva no Verão - Os camaleões nas dunas da Ria Formosa

No passado dia 12 de Setembro realizou-se mais uma actividade do programa Ciência Viva no Verão, intitulada "Os camaleões nas dunas da Ria Formosa".



Tal como nas anteriores edições, os participantes fizeram um percurso pedestre nocturno na Quinta de Marim, em pleno Parque Natural da Ria Formosa, com o objectivo de observar o camaleão-comum.


 
Durante o percurso foram abordados temas como a ecologia, ciclo de vida e principais adaptações deste réptil ao seu habitat, bem como as principais ameaças à sua sobrevivência. 


No final os participantes tiveram ainda a oportunidade de visitar o Centro de Interpretação Ambiental do RIAS.


Devolução à Natureza de um milhafre-preto

Devolução à Natureza de um milhafre-preto (Milvus migrans
Pinheiros de Marim - Olhão
19 de Setembro de 2018


Um milhafre-preto foi devolvido à Natureza na Quinta de Marim, Olhão, no dia 18 de Setembro. Esta ave ingressou no RIAS, proveniente de Lagos, bastante debilitada. Por estar anilhado com uma anilha metálica foi possível saber qual a sua origem e, curiosamente, este milhafre tinha sido recuperado no CERVAS há pouco tempo. 


A ave ingressou no dia 22 de Agosto após ter sido encontrada num canal de água bastante suja perto da Mata Nacional do Choupal. Após um curto período de recuperação, em que consistiu principalmente na limpeza das suas penas, o milhafre foi devolvido à Natureza em Coimbra, no dia 29 de Agosto. Passados apenas 5 dias a ave foi então encontrada em Lagos e encaminhada até ao RIAS. Já no nosso Centro, recuperação desta ave teve como principal objectivo garantir que a sua condição física voltava ao normal o mais rapidamente possível. Foram realizados vários treinos de voo e, pouco depois foi, uma vez mais, devolvida à Natureza. Este momento foi feito na companhia de um grupo de estudantes do curso de Imagem Médica e Radioterapia da Universidade do Algarve.












Devolução à Natureza de um papa-moscas-preto

Devolução à Natureza de um papa-moscas-preto (Ficedula hypoleuca)
Pinheiros de Marim - Olhão
19 de Setembro de 2018



Foi devolvido à Natureza um papa-moscas-preto, na Quinta de Marim. Esta ave foi encontrada pouco depois de ter colidido com uma estrutura. A pequena ave apresentava um traumatismo ligeiro que, com algumas sessões de fisioterapia, ficou resolvido. Pouco tempo depois de se iniciarem as treinos de voo verificou-se que o papa-moscas estava a voar perfeitamente e foi assim devolvido à Natureza.




Devolução à Natureza de um andorinhão-pálido

Devolução à Natureza de um andorinhão-pálido (Apus pallidus)
Pinheiros de Marim - Olhão
18 de Setembro de 2018


Foi devolvido à Natureza um andorinhão-pálido no dia 18 de Setembro em Olhão. Esta ave ingressou no RIAS após ter caído do seu ninho. Por se tratar de uma cria teve de ser alimentada regularmente durante o dia, de duas em duas horas, até que começasse a alimentar-se sozinha. 


De seguida iniciaram-se as sessões de treino de voo. Quando se verificou que a ave estava com uma boa condição física e a voar em perfeitas condições, foi devolvida à Natureza. O andorinhão foi baptizado com o nome "Moltres".




quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Devoluções à Natureza de dia 14 de Setembro

Devolução à Natureza de uma garça-real (Ardea cinerea),  de duas cegonhas-brancas (Ciconia ciconia), de duas garças-boieiras (Bubulcus ibis), de dois galeirões-comuns (Fulica atra), de dois guinchos-comuns (Chroicocephalus ridibundus), de uma gaivota-de-cabeça-preta (Ichthyaetus melanocephalus) e de uma frisada (Anas strepera)
Quinta de Marim - Olhão
14 de Setembro de 2018


Uma garça-real foi devolvida à Natureza no dia 14 de Setembro. Esta garça chegou ao RIAS bastante debilitada mas sem lesões aparentes. O processo de recuperação foi rápido e consistiu na disponibilização de alimento adequado e abundante. Antes de ser devolvida à Natureza realizaram-se alguns treinos de voo para se ter a certeza de que a garça estava a voar correctamente.




Foram devolvidas à Natureza duas cegonhas-brancas no mesmo dia. Uma delas foi encontrada após ter caído do seu ninho e a outra apresentava um traumatismo na asa esquerda. No caso da cria foi necessário ensiná-la a voar e a alimentar-se sozinha mas, como ambas as cegonhas foram colocadas juntas na mesma instalação, este processo de aprendizagem foi mais rápido e fácil. Assim que ambas começaram a voar em perfeitas condições foram devolvidas à Natureza.


Duas crias de garça-boieira foram entregues no RIAS pouco depois de terem caído dos seus ninhos. Foi necessário alimentá-las com bastante frequência até que começassem a alimentar-se sozinhas. 



Foram então colocadas numa instalação com mais garças da mesma espécie onde puderam aprender a caçar e a voar. Assim que esta etapa foi concluída com sucesso foram ambas devolvidas à Natureza na Quinta de Marim, em Olhão.

Duas gaivotas-de-cabeça-preta e um guincho-comum foram também devolvidos à Natureza. Uma das gaivotas tinha um traumatismo na asa esquerda, as outras duas aves estavam bastante debilitadas. No caso da gaivota com o traumatismo o processo de recuperação consistiu na realização de várias sessões de fisioterapia, seguidas de treinos de voo até que estivesse apta para ser devolvida à Natureza. 



As outras duas aves tiveram de receber tratamento com recurso a fluido-terapia e alimentação adequada durante os primeiros tempos no RIAS. De seguida iniciaram-se os treinos de voo e, assim que ambas começaram a voar em condições, foram também devolvidas à Natureza.



Foram entregues no RIAS dois galeirões-comuns e uma frisada provenientes de uma estação de tratamento de águas residuais. Estas aves apresentavam sintomas de doença, estando bastante debilitadas. 



Com recurso a fluido-terapia e a uma alimentação cuidada numa primeira fase, as três aves recuperaram a sua condição física. 



Já numa instalação exterior foram iniciados os treinos de voo e, pouco depois, foram finalmente devolvidas à Natureza na Quinta de Marim.





Devolução à Natureza de um noitibó-de-nuca-vermelha

Devolução à Natureza de um noitibó-de-nuca-vermelha (Caprimulgus ruficollis)
Quinta de Marim - Olhão
13 de Setembro de 2018



Um noitibó-de-nuca-vermelha foi devolvido à Natureza no dia 13 de Setembro, na Quinta de Marim. Esta ave chegou ao RIAS com uma asa fracturada, a qual foi necessário imobilizar com uma ligadura até ossificar novamente. De seguida foi necessário recorrer a algumas sessões de fisioterapia e, mais tarde, treinos de voo. Assim que o noitibó começou a voar perfeitamente, foi devolvido à Natureza na Quinta de Marim, em Olhão.



Devolução à Natureza de um peneireiro-comum

Devolução à Natureza de um peneireiro-comum (Falco tinnunculus)
EPIC SANA Algarve - Albufeira
11 de Setembro de 2018


 Foi devolvido à Natureza um peneireiro-comum no dia 11 de Setembro em Albufeira. Esta ave foi entregue no RIAS pouco depois de ter sido encontrada no chão, após ter caído do seu ninho. Nos primeiros tempos de estadia no RIAS o pequeno peneireiro teve de ser alimentado a cada duas horas até que começasse a alimentar-se sozinho. 



Numa fase seguinte, o peneireiro foi colocado numa instalação juntamente com outras aves da mesma espécie para que se iniciassem os treinos de caça e voo. Assim que se verificou que a ave estava a voar em perfeitas condições, e a caçar, foi devolvida à Natureza.


Este momento foi realizado na companhia dos hóspedes do EPIC SANA Algarve, a quem o RIAS agradece todo o apoio prestado.


Devolução à Natureza de um andorinhão-preto

Devolução à Natureza de um andorinhão-preto (Apus apus)
Quinta de Marim - Olhão
9 de Setembro de 2018





Um andorinhão-preto foi devolvido à Natureza no passado dia 9 de Setembro na Quinta de Marim, em Olhão. Esta ave foi entregue no nosso Centro por ter sido atacada por um animal doméstico. Neste caso o andorinhão perdeu vária penas primárias da asa esquerda o que fez com que o processo de recuperação fosse mais demorado pois foi necessário. Assim que as penas primárias voltaram a crescer iniciaram-se os treinos de voo. Quando se verificou que o andorinhão estava a voar em perfeitas condições foi devolvido à Natureza.




Devoluções à Natureza de dia 7 de Setembro

Devolução à Natureza de 8 gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis), de uma gaivota-d'asa-escura (Larus fuscus), de um andorinhão-preto (Apus apus) e de um andorinhão-pálido (Apus pallidus
Quinta de Marim - Olhão
7 de Setembro de 2018


Um andorinhão-preto, um andorinhão-pálido e uma gaivota-de-patas-amarelas chegaram ao RIAS após terem caído dos seus ninhos. Assim que começaram a alimentar-se sozinhas, estas aves iniciaram os treinos de voo. Pouco tempo depois foram devolvidas à Natureza.


Foram devolvidas à Natureza cinco gaivotas-de-patas-amarelas e uma gaivota-d'asa-escura na Quinta de Marim. Estas seis gaivotas chegaram ao RIAS com diversos tipos de traumatismos, sendo o mais grave uma fractura de uma pata à qual foi necessário recorrer a cirurgia para recuperar o membro. Após várias sessões de fisioterapia e treinos de voo, todas as gaivotas foram devolvidas à Natureza.



Duas gaivotas-de-patas-amarelas ingressaram no nosso Centro bastante debilitadas. Apresentavam sinais de terem contraído uma doença, síndrome parético, a qual é tratada com recurso a fluído-terapia. Assim que ambas as gaivotas começaram a alimentar-se sozinhas iniciaram-se os treinos de voo e, pouco depois, também elas foram devolvidas à Natureza, na Quinta de Marim em Olhão.    




Devolução à Natureza de uma águia-cobreira

Devolução à Natureza de uma águia-cobreira (Circaetus gallicus)
Cento de Educação Ambiental de Vale Gonçalinho - Castro Verde
5 de Setembro de 2018





Foi devolvida à Natureza uma águia-cobreira no Cento de Educação Ambiental de Vale Gonçalinho, em Castro Verde. Esta águia chegou ao RIAS com uma luxação no coracóide esquerdo, lesão que a incapacitava de voar. Foi necessário imobilizar a ave recorrendo a uma ligadura ao corpo. Após este período iniciaram-se as sessões de fisioterapia, seguidas dos treinos de voo e caça. Finalmente, e só depois de se verificar que a águia estava a caçar e a voar em perfeitas condições, foi devolvida à Natureza pelas pessoas que a tinham encontrado, pelos técnicos da LPN e do Parque Natural do Vale do Guadiana, em Castro Verde.



terça-feira, 18 de setembro de 2018

Devolução à Natureza de cinco ouriços-cacheiros

Devolução à Natureza de cinco ouriços-cacheiros (Erinaceus europaeus)
Quinta de Marim - Olhão
6 de Setembro de 2018



Foram devolvidos à Natureza cinco ouriços-cacheiros na Quinta de Marim, em Olhão. Estes ouriços foram encontrados em locais pouco seguros para esta espécie, como por exemplo junto a estradas muito movimentadas. 



Estes animais foram então encaminhados para o RIAS onde foram observados para verificar a sua condição física. Como não apresentavam quaisquer tipo de lesões, os cinco ouriços foram devolvidos à Natureza pouco depois de terem chegado ao nosso Centro. 



Estes animais foram devolvidos na Quinta de Marim, um local seguro e bastante mais adequado à sobrevivência desta espécie.