O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Devoluções à Natureza de dia 2 de Agosto

Devolução à Natureza de um cuco-canoro (Cuculus canorus)duas cegonhas-brancas (Ciconia ciconia), um cágado-mediterrânico (Mauremys leprosa) e um ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus)     
Quinta de Marim - Olhão
2 de Agosto de 2018





Foi devolvido à Natureza um cuco-canoro que ingressou no RIAS por ter sido encontrado após cair do seu ninho. A sua recuperação consistiu, numa primeira fase, na disponibilização de alimento adequando em abundância, seguido de um período de treinos de voo juntamente com aves na mesma espécie. Assim que começou a alimentar-se sozinho e a voar perfeitamente, foi devolvido à Natureza. 



As duas cegonhas-brancas também ingressaram por terem caído dos seus ninhos. Uma das cegonhas fracturou uma clavícula aquando da queda do ninho, dificultando desta forma o processo de recuperação. 




No caso destas duas aves, a fase mais importante da sua recuperação foi o treino de voo numa, instalação onde estavam outras cegonhas em recuperação. Assim que começaram a voar em perfeitas condições e a alimentar-se sozinhas foram devolvidas à Natureza.



Um cágado-mediterrânico foi devolvido à Natureza proveniente de uma situação de cativeiro ilegal. Por ter passado um grande período em cativeiro eram visíveis as mazelas no seu corpo causadas por uma má nutrição e instalações inadequadas. 





O processo de recuperação consistiu em tratamentos para fungos e bactérias presentes nas escamas deste cágado. Terminado o tratamento, e como este animal se alimentava sozinho, foi finalmente devolvido à Natureza.


Foi também devolvido à Natureza um ouriço-cacheiro que ingressou no RIAS por ter sido encontrado ainda cria. Este animal só pôde ser libertado após ter atingido uma condição física que nos permitisse ter garantia que sobreviveria na Natureza. 



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