O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Devoluções à Natureza de dia 28 de Julho

Devolução à Natureza de três mochos-galegos (Athene noctua)
Quinta de Marim - Olhão
28 de Julho de 2018






Foram devolvidos à Natureza três mochos-galegos na Quinta de Marim, em Olhão. Estes três mochos foram encontrados após terem caído dos seus ninhos. O processo de recuperação destes animais consistiu, nos primeiros tempos, na disponibilização de alimento adequado com bastante frequência. Logo que começaram a alimentar-se sozinhos foram colocados junto de outros mochos da mesma espécie que estavam em recuperação no RIAS. Desta forma começaram a caçar e a voar em perfeitas condições. Pouco tempo depois foram devolvidos à Natureza. 



Dois destes mochos eram irmãos e foram devolvidos à Natureza pelas pessoas que os encontraram.





Devolução à Natureza de um morcego-anão (Pipistrellus pipistrellus)
Quinta de Marim - Olhão
28 de Julho de 2018





Um morcego-anão foi devolvido à Natureza no final do dia 28 de Julho. Este morcego adulto ingressou no RIAS por ter sido encontrado bastante magro e desidratado. Após alguns dias em que lhe foi disponibilizado alimento adequado em abundância, o morcego rapidamente atingiu uma condição física desejável. Como estava a alimentar-se sozinho e a voar em condições, foi devolvido à Natureza.




Devolução à Natureza de nove gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Quinta de Marim - Olhão
28 de Julho de 2018





Nove gaivotas-de-patas-amarelas foram devolvidas à Natureza na Quinta de Marim. Destas nove gaivotas, quatro ingressaram no RIAS por terem caído dos seus ninhos e, as outras cinco gaivotas, devido a diversos traumatismos. No caso das gaivotas com traumatismos, asas e patas fracturadas, após imobilização dos membros iniciou-se o processo de fisioterapia. As quatro crias de gaivota foram alimentadas à mão durante os primeiros tempos até começarem a alimentar-se sozinhas. Assim que estas gaivotas voaram em perfeitas condições, foram devolvidas à Natureza.



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