O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Devolução à Natureza de 20 animais no dia 19 de Julho

Devolução à Natureza de 13 gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Quinta de Marim - Olhão
19 de Julho de 2017



Estas gaivotas foram encontradas em diversos locais do Algarve. Quatro eram juvenis que caíram do ninho, quatro ingressaram devido a doença, quatro estava completamente sujas com óleo de peixe e uma tinha uma lesão na asa.
Ficaram no RIAS entre 2 semanas e 2 meses.



Foram devolvidas à natureza por colaboradores e voluntários do RIAS.



Devolução à Natureza de uma águia-d'asa-redonda (Buteo buteo)
Vila Vita Parc - Porches
19 de Julho de 2017



Esta águia-d'asa-redonda era juvenil e estava debilitada. Não tinha lesões e suspeitamos que por ser ainda inexperiente teve dificuldade em alimentar-se, ficando fraca e débil. No RIAS foi alimentada e submetida e treinos de voo e caça.
Foi devolvido à natureza no Vila Vita Parc, por hospedes e colaboradores.








Devolução à Natureza de um texugo (Meles meles)
Arrochela - Silves
19 de Julho de 2017



Quando ingressou no RIAS, este texugo era um juvenil em estado muito preocupante. Apresentava paralise dos membros posteriores e não tinha reacção à dor, tendo-se confirmado um traumatismo espinhal. Foi tratado com anti-inflamatório e vitaminas indicadas para o tratamento de lesões neurológicas. Nos primeiros dias teve de ser alimentado por sonda.



Quando recuperou totalmente foi colocado numa instalação exterior.
Foi devolvido à natureza por quem o encontrou.




Devolução à Natureza de três patos-reais (Anas platyrhynchos)
Lago dos Salgados - Silves
19 de Julho de 2017



Estes 3 patos-reais faziam parte de uma ninhada de sete, que perderam os progenitores. Como eram ainda muito pequenos e chegaram ao RIAS bastante debilitados, apenas três conseguiram sobreviver. Para os alimentar foi necessário recorrer a uma "mãe adoptiva", ou seja, uma fêmea que eles começaram a seguir e imitar de forma a aprenderem a alimentar-se e serem autónomos. 



Devolução à Natureza de uma coruja-das-torres (Tyto alba)
Arrochela - Silves
19 de Julho de 2017

Esta coruja-das-torres chegou ao RIAS em meados de Junho, sendo uma cria que caiu do ninho ao tentar o primeiro voo. A sua recuperação consistiu em alimentação, treinos de voo e treinos de caça.



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