O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Devoluções à Natureza de dia 20 de Julho de 2017

Devolução à Natureza de uma andorinha-dos-beirais (Delichon urbica), um andorinhão-pálido (Apus pallidus) e um andorinhão-preto (Apus apus)
Quinta de Marim - Olhão
20 de Julho de 2017



Estes animais chegaram ao RIAS, porque caíram do ninho. Foi necessário alimentá-los de 3h em 3h até que crescessem todas as penas necessárias ao voo e pudessem ser devolvidos à natureza.






Devolução à Natureza de um mocho-galego (Athene noctua)
Colina Verde Golf and Sports Resort - Maragota
20 de Julho de 2017



Este mocho-galego caiu do ninho nos terrenos do hotel Colina Verde Golf and Sports Resort. Não tinha lesões, pelo que a sua passagem pelo RIAS consistiu em alimentação, treinos de voo e treinos de caça.

Foi devolvido à natureza no local onde foi encontrado, na presença de hospedes e colaboradores da unidade hoteleira. Agradecemos desde já o apoio do Colina Verde na recuperação deste pequeno mocho.




quinta-feira, 27 de julho de 2017

Devolução à Natureza de 20 animais no dia 19 de Julho

Devolução à Natureza de 13 gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Quinta de Marim - Olhão
19 de Julho de 2017



Estas gaivotas foram encontradas em diversos locais do Algarve. Quatro eram juvenis que caíram do ninho, quatro ingressaram devido a doença, quatro estava completamente sujas com óleo de peixe e uma tinha uma lesão na asa.
Ficaram no RIAS entre 2 semanas e 2 meses.



Foram devolvidas à natureza por colaboradores e voluntários do RIAS.



Devolução à Natureza de uma águia-d'asa-redonda (Buteo buteo)
Vila Vita Parc - Porches
19 de Julho de 2017



Esta águia-d'asa-redonda era juvenil e estava debilitada. Não tinha lesões e suspeitamos que por ser ainda inexperiente teve dificuldade em alimentar-se, ficando fraca e débil. No RIAS foi alimentada e submetida e treinos de voo e caça.
Foi devolvido à natureza no Vila Vita Parc, por hospedes e colaboradores.








Devolução à Natureza de um texugo (Meles meles)
Arrochela - Silves
19 de Julho de 2017



Quando ingressou no RIAS, este texugo era um juvenil em estado muito preocupante. Apresentava paralise dos membros posteriores e não tinha reacção à dor, tendo-se confirmado um traumatismo espinhal. Foi tratado com anti-inflamatório e vitaminas indicadas para o tratamento de lesões neurológicas. Nos primeiros dias teve de ser alimentado por sonda.



Quando recuperou totalmente foi colocado numa instalação exterior.
Foi devolvido à natureza por quem o encontrou.




Devolução à Natureza de três patos-reais (Anas platyrhynchos)
Lago dos Salgados - Silves
19 de Julho de 2017



Estes 3 patos-reais faziam parte de uma ninhada de sete, que perderam os progenitores. Como eram ainda muito pequenos e chegaram ao RIAS bastante debilitados, apenas três conseguiram sobreviver. Para os alimentar foi necessário recorrer a uma "mãe adoptiva", ou seja, uma fêmea que eles começaram a seguir e imitar de forma a aprenderem a alimentar-se e serem autónomos. 



Devolução à Natureza de uma coruja-das-torres (Tyto alba)
Arrochela - Silves
19 de Julho de 2017

Esta coruja-das-torres chegou ao RIAS em meados de Junho, sendo uma cria que caiu do ninho ao tentar o primeiro voo. A sua recuperação consistiu em alimentação, treinos de voo e treinos de caça.



quarta-feira, 26 de julho de 2017

Devoluções à Natureza de dia 17 de Julho de 2017

Devolução à Natureza de três cágados-mediterrânicos (Mauremys leprosa)
Quinta de Marim - Olhão
17 de Julho de 2017



Estes 3 cágados-medditerrânicos foram encontrados por um particular numa piscina natural. Quem os encontrou encaminhou-os para o RIAS onde verificámos que não tinham qualquer doença ou lesão.
Foram prontamente devolvidos à natureza por visitantes da Quinta de Marim.



Devolução à Natureza de dois mochos-galegos (Athene noctua)
Quinta de Marim - Olhão
17 de Julho de 2017



Estes dois mochos eram juvenis que caíram do ninho. Não tinham lesões e o seu tratamento consistiu em alimentação até que crescessem todas as penas necessárias ao voo.
Foram devolvidos à natureza por quem os encontrou.






Devolução à Natureza de 5 mochos-galegos

Devolução à Natureza de 5 mochos-galegos (Athene noctua)
Quinta de Marim - Olhão
15 de Julho de 2017


Cinco mochos-galegos foram encontrados por diferentes pessoas em diversos locais do Algarve. Tinham em comum o facto de terem chegado ao RIAS ainda bastante jovens.
Como eram jovens foi necessário ensiná-los a caçar. Foram também submetidos a treinos de voo.


Cada um foi devolvido à natureza por quem o encontrou.



Devoluções à Natureza de dia 14 de Julho de 2017

Devolução à Natureza de 4 andorinhas-dos-beirais (Delichon urbicum) e 3 andorinhas-das-chaminés (Hirundo rustica)
Quinta de Marim - Olhão
14 de Julho de 2017



Estas andorinhas foram todas encontradas juvenis ainda sem capacidade para voar. Terão caído do ninho, mas não tinham lesões, sendo que a sua passagem pelo RIAS consistiu essencialmente em alimentação e treinos de voo. 
Foram devolvidas à natureza por jovens do Lions Clubs International que passaram uma manhã a fazer voluntariado no nosso centro.








Devolução à Natureza de uma coruja-das-torres (Tyto alba
Quinta de Marim - Olhão
14 de Julho de 2017



Esta coruja-das-torres foi encontrada quando era ainda uma pequena cria. Foi necessário alimentá-la e treinar o voo e a caça. 
Foi libertada por quem a encontrou e por visitantes do Parque Natural da Ria Formosa.






quinta-feira, 20 de julho de 2017

Devoluções à natureza de dia 13 de Julho de 2017

Devolução à natureza de um ganso-patola (Morus bassanus)
Ilha do Farol - Faro
13 de Julho de 2017



Este ganso-patola foi encontrado com um fio de pesca preso na pata. Tinha uma ferida provocada pela linha, que foi necessário limpar e desinfectar. Como é uma espécie marinha foi necessário garantir que conseguia impermeabilizar as suas penas antes de o libertar.

Foi devolvido à natureza por colaboradores do RIAS e vigilantes da natureza do Parque Natural da Ria Formosa.


Devolução à natureza de 6 andorinhões-pretos (Apus apus) e 1 andorinhão-pálido (Apus pallidus)
Quinta de Marim - Olhão
13 de Julho de 2017



Estes sete andorinhões ingressaram todos no RIAS devido a queda de ninho. Tinham diferentes idades, mas a todos foi necessário alimentar com insectos até terem as penas de voo totalmente desenvolvidas.
Foram libertados por técnicos e voluntários do RIAS.








Devoluções à Natureza de dia 12 de Julho de 2017

Devolução à Natureza de 4 cegonhas-brancas (Ciconia ciconia)
Quinta de Marim - Olhão
12 de Julho de 2017



Estas cegonhas-brancas eram juvenis que terão caído perto do ninho ao tentarem o primeiro voo. Foi necessário alimentá-as e exercitar o voo.

Foram devolvidas à natureza por voluntários do RIAS e visitantes da Quinta de Marim. 










Devolução à Natureza de 3 corujas-das-torres (Tyto alba)
Vila Vita Parc - Porches
12 de Julho de 2017



Estas três corujas-das-torres eram todas da mesma ninhada e caíram do ninho quando eram ainda muito pequenas. Nos primeiros dias foi necessário auxiliar na alimentação, até que começaram a comer sozinhas. Posteriormente, e assim que começaram a voar, foram colocadas numa instalação exterior. Aqui puderam treinar o voo e a caça.




Foram devolvidas à Natureza no Vila Vita Parc, parceiro do RIAS, pelos seus hospedes e colaboradores.




Apoio:

terça-feira, 18 de julho de 2017

Devolução à Natureza de duas rolas-turcas e dois estorninhos

Devolução à Natureza de duas rolas-turcas (Streptopelia decaoto) e dois estorninhos (Sturnus unicolor)
Quinta de Marim - Olhão
9 de Julho de 2017



As duas rolas chegaram ao RIAS devido a predação, por cão ou gato. Foi necessário administrar antibiótico para as feridas não infectarem. 
Os estorninhos eram ambos pequenas crias. Um deles terá partido a pata ao cair do ninho e foi necessário colocar uma ligadura para imobilizar a mesma.


Foram devolvidos à natureza por quem os encontrou e por voluntários do RIAS.