O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Devoluções à Natureza de dia 19 de Julho de 2016

Devolução à Natureza de um melro-preto (Turdus merula)
Quinta de Marim - Olhão
19 de Julho de 2016



Este melro-preto estava em cativeiro ilegal, tendo sido reencaminhado para o RIAS pelos vigilantes do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. Devido à jaula onde foi mantido, o melro tinha várias penas partidas e feridas no bico. Foi necessário esperar que as penas voltassem a crescer e colocá-lo numa instalação com outros indivíduos da mesma espécie para socializar.

Foi devolvido à natureza por uma voluntária do RIAS.




Devolução à Natureza de 5 cegonhas-brancas (Ciconia ciconia)
Quinta de Marim - Olhão

19 de Julho de 2016



Quatro cegonhas ingressaram no RIAS devido a serem juvenis e inexperientes no voo. Duas delas foram encontradas no doca de Olhão por trabalhadores da Tunipex, que as recolheram e encaminharam para o nosso centro. As outras duas juvenis foram encontradas perto dos seus ninhos. Não tinham lesões e a sua recuperação consistiu em alimentação adequada e treinos de voo.



A outra cegonha foi encontrada em Odiáxere e terá colidido com uma estrutura o que provocou uma fractura na clavícula esquerda. A sua recuperação consistiu em imobilizar a asa afectada até a fractura ossificar. Posteriormente realizaram-se algumas sessões de fisioterapia e treinou o voo.


Foram devolvidas à natureza por quem as encontrou e por voluntários e técnicos do RIAS.





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Devolução à Natureza de 8 gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Quinta de Marim - Olhão
19 de Julho de 2016



Cinco destas gaivotas chegaram-nos eram ainda pequenas crias. Não apresentavam lesões, mas terão caído do ninho em zonas perigosas não sendo possível continuarem ao cuidado dos seus progenitores. Assim, foi necessário fornecer alimentação adequada e esperar que crescessem todas as penas necessárias ao voo.



Um destas foi encontrada em Portimão e ingressou devido a doença. O seu tratamento consistiu em administração de fluidos e alimentação assistida.



As restantes duas ingressaram devido a ferimentos e a trauma devido a um anzol de pesca e atropelamento, respectivamente.
No final da recuperação foram todas submetidas a treinos de voo.


Foram devolvidas à natureza por quem encontrou uma delas e por voluntárias do RIAS.



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