O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Participação no VI Congresso Ibérico de Ornitologia da SPEA, em Vila Real

Nos dias 23, 24 e 25 de Abril realizou-se o VI Congresso Ibério de Ornitologia da SPEA, em Vila Real.


O RIAS esteve presente e participou com a apresentação de 3 posters científicos:
- O perfil do observador de aves no Parque Natural da Ria Formosa;


- Identificação de zonas de risco para a conservação de aves na região do Algarve e Baixo Alentejo: análise de dados de ingresso de aves no centro de recuperação e investigação de animais selvagens entre 2009 e 2015;


First report of eyeworm of the genus Philophthalmus in seven wild Lesser Black Backed Gulls (Larus fuscus) in Portugal.


O RIAS também contribuiu para mais dois posters:
Determinação da causa de morte e fatores limitantes da determinação da taxa de mortalidade por eletrocussão em linhas elétricas;
- Estudo do Impacto das estradas nas Strigiformes, recorrendo aos dados de ingresso dos centros de recuperação de fauna silvestre da Península Ibérica.

E três comunicações orais:
- Causas de admissão de aves nos centros de recuperação de animais selvagens em Portugal continental - um estudo retrospectivo;
- O papel dos centros de recuperação de fauna selvagem na educação ambiental: o contributo do CERVAS e do RIAS entre 2009 e 2015;
- Síndrome parésico em gaivotas (Laridae) no Sul de Portugal.



Este ano o congresso contou com mais de 60 comunicações orais e mais de 60 posters científicos reunindo cerca de 150 investigadores, ornitólogos e estudantes.
O encontro foi organizado pela SPEA com a SEO/BirdLife, em parceria com o Centro de Investigação e Tecnologias Agro-ambientais e Biológicas (CITAB) da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), através do seu Laboratório de Ecologia Aplicada (LEA).


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