O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Devolução à Natureza de uma gaivota-de-patas-amarelas

Devolução à Natureza de uma gaivota-d'asa-escura (Larus fuscus)
Quinta de Marim - Olhão
29 de Setembro de 2015



Uma gaivota-d'asa-escura foi encaminhada para o RIAS pelos vigilantes da natureza do Parque Natural da Ria Formosa. Tinha sintomas de uma doença que a debilitava pelo que o seu tratamento consistiu em administração de fluídos. No final da recuperação foi submetida a treinos de voo. Foi devolvida à natureza por visitantes do centro de interpretação ambiental.


Devolução à Natureza de uma gaivota-de-patas-amarelas

Devolução à Natureza de uma gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Quinta de Marim - Olhão
26 de Setembro de 2015



Uma gaivota-de-patas-amarelas foi entregue no RIAS por um particular que a encontrou na zona de Albufeira. A gaivota era ainda juvenil e tinha vários ferimentos na cabeça resultantes de um ataque de outra gaivota. Foi necessário desinfectar as feridas e alimentá-la até que crescessem todas as penas necessárias ao voo. No final foi submetida a treinos de voo. Foi quem a encontrou que a devolveu à natureza.



Visita do curso de Operador de Manutenção Hoteleira do IEFP




Uma turma do curso de Operador de Manutenção Hoteleira do IEFP de Faro visitou o RIAS no passado dia 25 de Setembro. Cerca de oito formandos e duas formadoras puderam aprender mais sobre o trabalho diário do centro, quais a principais espécies que ingressam e quais os principais perigos que ameaçam a nossa fauna. Após uma breve apresentação a turma visitou as instalações do RIAS com o objectivo de saber quais as necessidades do centro em relação a melhoria das instalações para posteriormente realizarem uma acção de voluntariado.
No final devolveram à natureza duas gaivotas-d'asa-escura (ver abaixo).





Devolução à Natureza de 2 gaivotas-d'asa-escura (Larus fuscus)
Quinta de Marim - Olhão
25 de Setembro de 2015



Estas duas gaivotas-d'asa-escura ingressaram no RIAS com sintomas de doença. Apresentavam-se desidratadas, sem forças para se movimentar e com diarreia. O seu tratamento consistiu em administração de fluídos subcutâneos nos primeiros dias de internamento. Posteriormente foram alimentadas com o auxílio de uma pinça. Quando recuperaram forças para se alimentarem sozinhas e para se movimentarem foram colocadas juntamente com outras gaivotas para treinarem o voo. Foram devolvidas à natureza pela turma do curso de Operador de Manutenção Hoteleira do IEFP de Faro.


Devolução à Natureza de 3 gaivotas-de-patas-amarelas e 1 gaivota-d'asa-escura

Devolução à Natureza de 3 gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis) e 1 gaivota-d'asa-escura (Larus fuscus)
Quinta de Marim - Olhão
24 de Setembro de 2015




Uma gaivota-d'asa-escura e três gaivotas-de-patas-amarelas foram encontradas em Loulé, Quarteira, Lagos e Castro Marim. Duas delas apresentavam sintomas de uma doença que as debilita e desidrata. Foi necessário administrar fluído-terapia. 
Outra chegou-nos apenas debilitada pelo que o seu tratamento consistiu apenas em alimentação adequada. 
A quarta gaivota tinha uma lesão na asa direita pelo que foi necessário ligar a asa afectada para que cicatriza-se na posição correcta. Posteriormente foram realizadas sessões de fisioterapia. 

No final da recuperação todas foram colocadas numa câmara exterior para praticar o voo. Foram devolvidas à natureza por turistas e visitantes do centro de educação ambiental do RIAS. 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Devolução à Natureza de um picanço-barreteiro

Devolução à Natureza de um picanço-barreteiro (Lanius senator)
Quinta de Marim - Olhão
23 de Setembro de 2015



Um picanço-barreteiro foi encontrado na zona de Castro Marim e encaminhado para o RIAS pelos vigilantes da natureza. Apresentava uma fractura na clavícula pelo que foi necessário imobilizar a asa afectada. Depois da lesão cicatrizar foi submetido a sessões de fisioterapia e a treinos de voo. Foi devolvido à natureza por técnicos do RIAS.



Devolução à Natureza de um camaleão-comum

Devolução à Natureza de um camaleão-comum (Chamaeleo chamaeleon)
Quinta de Marim - Olhão
22 de Setembro de 2015


Um camaleão-comum foi encontrado na Quinta de Marim, por um aluno de mestrado que está a fazer censos de camaleões na Quinta. Este animal tinha parasitas num dos olhos e foi necessário fazer tratamento oftalmológico. Foi  devolvido à natureza por um técnico do RIAS.


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Devolução à Natureza de uma gaivota-de-patas-amarelas

Devolução à Natureza de uma gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Quinta de Marim - Olhão
20 de Setembro de 2015




Uma gaivota-de-patas-amarelas foi encontrada por um particular na zona de Lagos. Verificou-se que tinha uma ferida na pata que foi necessário limpar e desinfectar. Foi também necessário administrar anti-inflamatório. No final da recuperação foi submetida a treinos de voo. Quem a encontrou e apadrinhou devolveu-a à natureza.



quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Devolução à Natureza de um mocho-galego

Devolução à Natureza de um mocho-galego (Athene noctua)
Quinta de Marim - Olhão
18 de Setembro de 2015





Um mocho-galego entrou pela lareira de uma habitação em Olhão. O animal não apresentava lesões estando apenas sujo de fuligem e pó. Para se limpar sozinho foi colocado numa câmara com água disponível. Posteriormente foi submetido a treinos de voo e de caça. Foi devolvido à natureza por quem o encontrou.





terça-feira, 22 de setembro de 2015

Devoluções à Natureza de dia 17 de Setembro de 2015

Devolução à Natureza de 7 gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Quinta de Marim - Olhão
17 de Setembro de 2015



Uma gaivota-de-patas-amarelas foi encaminhada para o RIAS por um particular que a encontrou na zona de Albufeira. A gaivota apresentava uma fractura exposta na pata esquerda que não era possível tratar. Assim foi necessário realizar uma intervenção cirúrgica para amputação da pata. Foi também necessário administrar anti-inflamatório e antibiótico.  


As outras seis gaivotas foram encontradas após terem caído do ninho em Portimão (4), Lagoa e Albufeira. A sua recuperação consistiu em alimentação adequada. 
No final da recuperação foram todas submetidas a treinos de voo. Foram devolvidas à natureza por técnicos do RIAS e visitantes do parque.






Devolução à Natureza de um andorinhão-pálido (Apus pallidus)
Quinta de Marim - Olhão
17 de Setembro de 2015




Este andorinhão foi encontrado por um particular na zona de Olhão. Era um juvenil que tinha caído do ninho, mas não apresentava lesões. A sua recuperação consistiu em alimentação até que crescessem todas as penas necessárias ao voo. Foi devolvido à natureza por uma técnica do RIAS.



Devolução à Natureza de um mocho-galego (Athene noctua)
Quinta de Marim - Olhão
17 de Setembro de 2015





Um mocho-galego chegou-nos de Serpa através dos vigilantes da natureza dos Parque Natural do Vale do Guadiana e do Parque Natural da Ria Formosa. Encontrava-se apático e cego de um olho pelo que se suspeita que tenha colidido contra uma estrutura. Foi necessário administrar anti-biótico e foi desparasitado. Como estava cego de um olho tinha dificuldades em voar e em caçar e foi ficando no centro para ajudar na socialização com mocho juvenis. Entretanto teve uma grande melhoria e aprendeu a voar e caça com a sua limitação pelo que foi possível devolve-lo à natureza. 

Devolução à Natureza de uma rola-turca (Streptopelia decaoto)
Quinta de Marim - Olhão
17 de Setembro de 2015




Uma rola-turca foi encontrada por um particular na zona de Vilamoura. Tinha a clavícula direita fracturada pelo que foi necessário ligar a asa ao corpo para que a fractura cicatrizasse correctamente. Quando a ligadura foi retirada realizou-se fisioterapia. Posteriormente foi submetida a treinos de voo. Foi devolvida à natureza por uma técnica do RIAS.

Devolução à Natureza de um mocho-galego

Devolução à Natureza de um mocho-galego (Athene noctua)
Quinta de Marim - Olhão
16 de Setembro de 2015




Um mocho-galego foi encontrado por um particular na zona de Marim, Olhão. Verificou-se que o animal tinha feridas de predação pelo que o seu tratamento consistiu em administração de antibiótico e anti-inflamatório. As feridas foram limpas e desinfectadas. Na fase final do tratamento foi submetido a treinos de voo e de caça. O mocho foi devolvido à natureza por quem o encontrou.



Devolução à Natureza de um cágado-de-carapaça-estriada

Devolução à Natureza de um cágado-de-carapaça-estriada (Emys orbicularis)
Quinta de Marim - Olhão
12 de Setembro de 2015




Um cágado-de-carapaça-estriada foi encontrado e mantido em cativeiro por um particular. O animal foi-nos entregue e verificou-se que tinha um fungo na carapaça. Este fungo é comum em cágados em cativeiro e resulta de stress, alimentação pouco variada ou águas paradas. O seu tratamento consistiu em administração de pomadas e anti-fúngicos.
O animal foi devolvido à natureza por quem o entregou no RIAS.


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Devolução à Natureza de dois ouriços-cacheiros

Devolução à Natureza de dois ouriços-cacheiros (Erinaceus europaeus)
Quinta de Marim - Olhão
10 de Setembro de 2015


Um dos ouriços-cacheiros foi encontrado em Olhão por um particular. Estava perto de uma estrada pelo que para sua segurança foi recolhido e entregue no nosso centro. Não apresentava lesões.
O outro foi encontrado em Tavira ainda juvenil. Como ficou várias semanas em casa do particular antes de ser entregue no RIAS já apresentava habituação à presença humana pelo que ficou a socializar com outro individuo da mesma espécie de forma a ganhar os seus instintos.
Foram devolvidos à natureza por uma voluntária e por quem encontrou um dos animais.


Devolução à Natureza de 6 gaivotas-de-patas-amarelas

Devolução à Natureza de 6 gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Quinta de Marim - Olhão
9 de Setembro de 2015



Cinco gaivotas-de-patas-amarelas ingressaram no RIAS devido a queda de ninho, vindas de Portimão (duas), Armação de Pera, Albufeira e Lagos. Não apresentavam lesões pelo que o seu tratamento consistiu em alimentação e posteriores treinos de voo. Uma destas gaivotas ingressou no nosso centro com apenas 45 gramas e foi libertada com 875 gramas!
A outra foi encontrada por um particular em Portimão e apresentava uma fractura no coracóide, um osso localizado por trás da clavícula e que é essencial para o voo. Foi necessário ligar a asa afectada ao corpo de forma a imobilizá-la para que a fractura cicatrizasse correctamente. Posteriormente foi realizada fisioterapia e por fim treinos de voo. 
Foram devolvidas à natureza por técnicos e voluntários do RIAS.




quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Devolução à Natureza de um camaleão-comum

Devolução à Natureza de um camaleão-comum (Chamaeleo chamaeleon)
Quinta de Marim - Olhão
8 de Setembro de 2015


Um camaleão foi encontrado perto de uma estrada, tendo sido encaminhado para o RIAS por um dos nossos colaboradores. Verificou-se que tinha uma lesão antiga num dos olhos, no entanto a lesão já estava sarada e não apresentava complicações para o animal. Foi imediatamente devolvido à natureza por uma técnica do RIAS.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Devolução à Natureza de um papa-figos

Devolução à Natureza de um papa-figos (Oriolus oriolus)
Quinta de Marim - Olhão
6 de Setembro de 2015



Um papa-figos foi encontrado em Faro por um particular que o reencaminhou para o RIAS. Não foi detectada nenhuma lesão e tinha boa condição corporal pelo que se pensa que tenha batido contra um vidro ficando apenas desorientado. Ficou alguns dias em observação e foi devolvido à natureza por uma voluntária do RIAS e visitantes.




sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Abate a tiro de espécies protegidas




Infelizmente continuam a chegar ao RIAS animais vitimas de tiro. Desde o início do ano o RIAS já recebeu águias-d'asa-redonda, corujas, peneireiros-comuns e até uma águia de Bonnelli. Não só o abate destas espécies é ilegal como é ilegal a caça fora da época permitida. 
A recuperação deste tipo de lesões é bastante difícil, porque apresentam múltiplas fracturas pela dispersão dos chumbos.

Os últimos casos foram duas águias-cobreiras, uma espécie com estatuto de conservação de "quase ameaçada", o que significa que é estimado que existam menos de 1000 indivíduos maduros em Portugal. Uma desta morreu devido aos ferimentos, sendo que a outra continua em recuperação mas com prognóstico muito reservado.


O RIAS faz suas as palavras do CERVAS (Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens, de Gouveia) que também conhece de perto este problema: 

"Apelamos a todos os (verdadeiros) caçadores, e aos restantes cidadãos, para que denunciem ao SEPNA/GNR (SOS Ambiente: 808200520) todas as situações de abate ilegal de espécies protegidas que presenciem ou de que tenham conhecimento.

Já é suficientemente negativo que continue a ser permitida a caça a espécies que estão em declínio evidente, como é o caso da rola-brava (Streptopelia turtur). Não permitamos que se continuem a abater também as espécies protegidas."

Num esforço conjunto entre o RIAS e o SEPNA de Moura este último caso já está em tribunal.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Devolução à Natureza de 13 gaivotas-de-patas-amarelas

Devolução à Natureza de 13 gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Quinta de Marim - Olhão
2 de Setembro de 2015



  
Nove gaivotas-de-patas-amarelas ingressaram no RIAS devido a queda de ninho nas zonas de Albufeira e Portimão. A sua recuperação consistiu em alimentação adequada até que crescessem as penas necessárias ao voo.
Uma gaivota chegou-nos débil e a sua recuperação consistiu igualmente em alimentação adequada.
Outra apresentava uma inflamação de articulação da pata. Foi necessário aplicar panos quentes na zona afectada e administrar antibiótico e anti-inflamatório.
Uma gaivota encontrada em Portimão apresentava feridas compatíveis com lesões provocadas por anzol e fio de pesca. As feridas foram limpas e desinfectadas.
Por último, chegou-nos uma gaivota com uma fractura na pata. A zona fractura foi imobilizada até cicatrizar.


No final todas as gaivotas foram submetidas a treinos de voo. Foram devolvidas à natureza por voluntários e técnicos do RIAS.




quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Devolução à Natureza de um mocho-galego

Devolução à Natureza de um mocho-galego (Athene noctua)
Quinta de Marim - Olhão
1 de Setembro de 2015



Um mocho-galego foi atropelado na zona de Faro. Chegou ao RIAS desorientado e apático, mas não apresentava lesões físicas. Ficou em observação e foi colocado com outros mochos para treinar o voo e a caça. Foi devolvido à natureza por visitantes do CIA.





terça-feira, 1 de setembro de 2015

Curso de Iniciação à Fotografia de Natureza


A ALDEIA vai realizar nos próximos dias 10 e 11 de Outubro a 1ª edição do Curso de Iniciação à Fotografia de Natureza, na Ecoteca de Olhão (Chalé João Lúcio). Este evento é dirigido ao público em geral que tenha interesse pela fotografia de natureza. 


Programa:

Sábado, 10 de Outubro

15h00: Recepção dos participantes
15h30: Apresentação
Noções básicas de Fotografia
Material fotográfico
17h00 – 17h15: Pausa para café
Macrofotografia
Fotografia de Anfíbios
Luz artificial em fotografia de natureza
19h30 – 21h00: Pausa para Jantar
21h00 – 23h00: Saída nocturna para fotografar 

Domingo, 11 de Outubro
10h00: Fotografia de Répteis
Fotografia de Aves
Técnicas de aproximação
11h30 – 11h45: Pausa para café
Fotografia de Mamíferos
Fotografia com sensores de movimento
Fotografia de alta velocidade
Ética da Fotografia de Natureza e Vida Selvagem
13h30 -15h00: Pausa para Almoço
15h00 – 18h30: Saída de campo para fotografar

Nota: Os participantes deverão trazer o seu equipamento fotográfico.

Preços:

Sócios da ALDEIA: 50 € 
Novos sócios da ALDEIA: 60 €*

Preço especial para grupos (mínimo 4 pessoas):
Sócios da ALDEIA: 40 € 
Novos sócios da ALDEIA: 50 €*

* Inclui inscrição como sócio da ALDEIA com quota válida por um ano (o que permitirá a inscrição em futuras actividades pelo valor para sócio). A inscrição como sócio da ALDEIA é obrigatória para a participação no evento. A ficha de sócio pode ser preenchida no dia do evento ou preenchida e enviada por email caso assim seja solicitado pelo participante.


Alojamento:
O RIAS tem uma parceria com o Hostel Roaz de Bandeira que oferece 10% de desconto aos participantes do curso. Mais informações sobre o alojamento directamente com o parceiro - 934 552 055 / roazhostel@gmail.com. 

Mais informações e inscrições:
http://www.aldeia.org/portal/PT/25/EID/346/DETID/2/default.aspx


Devoluções à Natureza de dia 31 de Agosto de 2015

Devolução  à Natureza de duas rolas-turcas (Streptopelia decaoto)
Quinta de Marim - Olhão
31 de Agosto de 2015



Duas rolas-turcas ingressaram no RIAS ainda juvenis. Terão caído do ninho uma na zona de Olhão e outra em Moncarapacho. A sua recuperação consistiu em alimentação até que crescessem todas as penas necessárias ao voo. Posteriormente foram submetidas a treinos de voo. Foram devolvidas à natureza por uma voluntária e por uma visitante do RIAS.






Devolução  à Natureza de três mochos-galegos (Athene noctua)
Quinta de Marim - Olhão
31 de Agosto de 2015



Um mocho-galego ingressou no RIAS após ter caído do ninho. Não apresentava lesões, pelo que apenas foi necessário alimentá-lo até que desenvolve-se as penas necessárias ao voo. 
Os outros dois mochos ingressaram devido a fracturas na asa. Foi necessário imobilizar-lhes a zona afectada para que o osso calcificasse na posição correcta. Posteriormente realizaram sessões de fisioterapia.



Na fase final da recuperação foram todos submetidos a treinos de voo e de caça. Foram devolvidos à natureza por uma técnica do RIAS e por visitantes.





Devolução à Natureza de um bufo-real

Devolução à Natureza de um bufo-real (Bubo bubo)
Monte dos Franciscos - Castro Marim
29 de Agosto de 2015



Um bufo-real pousou num pequeno terreno entre uma casa e uma vedação de onde não conseguia sair, em Castro Marim. Foi reencaminhado para o RIAS onde se verificou que não tinha lesões tendo ficado em observação. Como era ainda um juvenil foi submetido a treinos de voo.  Foi devolvido à natureza por quem o encontrou.