O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Devoluções à Natureza de dia 10 de Julho de 2015

Devolução à Natureza de 3 cegonhas-brancas (Ciconia ciconia)
Quinta de Marim - Olhão
10 de Julho de 2015


Três cegonhas-brancas ingressaram no RIAS após terem sido encontradas por particulares. Duas delas eram juvenis que tinham caído do ninho ao experimentar o primeiro voo. A sua recuperação consistiu em alimentação e treinos de voo. 
A terceira tinha uma lesão numa das patas e foi necessário ligar a pata afectada até cicatrizar. Posteriormente foi igualmente submetida a treinos de voo. Foram devolvidas à natureza por um grupo de jovens que visitou o RIAS e por colaboradores da NIOBO empresa madrinha de todas as cegonhas-brancas do RIAS.













Devolução à Natureza de um mocho-galego (Athene noctua)
Hotel Real Marina - Olhão
10 de Julho de 2015



Um mocho-galego foi encontrado em Olhão e reencaminhado para o RIAS por quem o encontrou. Era um juvenil que tinha caído do ninho mas não apresentava lesões. A sua recuperação consistiu em alimentá-lo até que se desenvolvessem as penas necessárias ao voo. Posteriormente foi colocado com outros individuos da mesma espécie para aprender a voar e a caçar. Foi devolvido à natureza por hospedes do Hotel Real Marina em Olhão que o baptizaram de "Real".




Devolução à Natureza de 3 águias-d'asa-redonda (Buteo buteo)
Castro Verde
10 de Julho de 2015



Três águias-d'asa-redonda foram encontradas no Alentejo e reencaminhadas até ao RIAS pelos vigilantes da natureza do Parque Natural de Vale do Guadiana e do Parque Natural da Ria Formosa. Dois eram juvenis que tinham caído do ninho pelo que a sua recuperação consistiu em alimentá-las até desenvolverem as penas de adulto.
A outra era proveniente de cativeiro ilegal. Estava um pouco domesticada e foi colocado com outras águias da mesma espécie para recuperar os seus instintos. Todas foram submetidas a treinos de voo e de caça.
Duas foram libertadas em actividades da LPN no âmbito do projecto LIFE Imperial, na presença de 2 grupos de ATL que as baptizaram de "Estrela Voadora" e "Luz". A terceira foi devolvida à natureza no Centro de Educação Ambiental do Vale Gonçalinho por técnicos da LPN que a baptizaram de "Tofu",






Sem comentários: