O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Devoluções à Natureza de dia 30 de Outubro de 2014

Devolução à natureza de uma andorinha-dáurica (Cecropis daurica)
Quinta de Marim - Olhão
30 de Outubro de 2014




Um andorinha-dáurica foi encontrada em Lagos por um particular e encaminhada para o RIAS pelo SEPNA de Portimão. Ingressou no centro com uma luxação numa das asa e sintomas de traumatismo craniano, tendo a sua recuperação consistido na imobilização da asa e administração de anti-inflamatório. Já com a asa recuperada foi submetida a treinos de voo, tendo sido libertada por uma técnica do RIAS.


Devolução à Natureza de um camaleão-comum (Chamaeleo Chamaeleon)
Quinta de Marim - Olhão
30 de Outubro de 2014




Este camaleão-comum ingressou no RIAS após ter sido encontrado por um particular num jardim da cidade de Olhão. Apesar de muito pequeno, o camaleão estava em perfeitas condições para sobreviver, pois estes animais são totalmente independentes a partir do momento em que eclodem.  Foi devolvido à natureza por uma técnica do RIAS e baptizado de "A cor do camaleão" em homenagem a quem o apadrinhou (Empresa A Cor do Camaleão).






Devolução à Natureza de três gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis) e uma gaivota-d'asa-escura (Larus fuscus)
Quinta de Marim - Olhão
30 de Outubro de 2014





Todas estas gaivotas ingressaram no RIAS por diferentes causas, tendo sido encaminhadas para o centro pelos vigilantes do Parque Natural da Ria Formosa.

Uma das gaivotas-de-patas-amarelas ingressou com sintomas de uma doença que as deixa muito debilitadas, o que a impedia de se levantar e alimentar sozinha. Assim o seu tratamento baseou-se na administração de fluídos e alimentação assistida, até que o conseguisse fazer por si.

A segunda gaivota tinha um fio de pesca a envolver uma das asas, já com feridas na pele, tendo sido necessário proceder à remoção do fio, desinfecção das lesões e administração de anti-inflamatórios.

A última gaivota-de-patas-amarelas foi encontrada muito jovem, com a plumagem muito pouco desenvolvida. Foi necessário alimentá-la e controlar o peso até que crescessem todas as penas necessárias ao voo.

A gaivota-de-asa-escura tinha uma das patas com várias lesões, tendo-se procedido à imobilização da pata e administração de anti-inflamatório.

Posteriormente todas as gaivotas foram sujeitas a treinos de voo, tendo sido devolvidas à natureza por um técnico e uma voluntária do RIAS. 



Sem comentários: