O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Comemorações do aniversário do RIAS - "Cinco anos, cinco bichos"

Devolução à Natureza de um peneireiro-vulgar (Falco tinnunculus)
São Brás de Alportel
1 de Outubro de 2014



Um peneireiro-vulgar foi entregue no RIAS por um particular que o encontrou. Tinha o ombro um pouco inchado, mas sem lesão grave, e encontrava-se com pouca reacção aos estímulos, pelo que se suspeita que tenha colido com uma estrutura. A sua recuperação foi rápida e consistiu em alimentação e treinos de voo e caça. Foi devolvido à natureza por um voluntário do RIAS sendo baptizado de "Pantufa".




Devolução à Natureza de uma corujas-das-torres (Tyto alba)
Rocha da Pena - Loulé
1 de Outubro de 2014





A coruja-das-torres era ainda juvenil e terá caído do ninho na zona de Beja. Foi necessário alimentá-la até que todas as penas necessárias ao voo crescessem. 
Foi posteriormente submetida a treinos de voo e de caça, tendo sido devolvida à natureza por uma colaboradora do RIAS que a chamou de "Matumbina".


Devolução à Natureza de três bufos-reais (Bubo bubo)
Rocha da Pena - Loulé
1 de Outubro de 2014





Os três bufos-reais chegaram ao RIAS por intermédio do SEPNA de Beja e do Parque Natural do Vale do Guadiana. Os animais encontravam-se em cativeiro ilegal desde muito jovens. As penas essenciais ao voo estavam cortadas pelo que, de forma a acelerar o processo de recuperação, foi necessário proceder à implantação das penas estragadas. 

Penas da asa de um bufo cortadas/danificadas 

Após este procedimento os animais foram submetidos a treinos de voo. Quando se verificou que voavam bem foram submetidos a treinos de caça para treinar os seus instintos. Os três bufos foram devolvidos à natureza por voluntários e colaboradores do RIAS, que os baptizaram de "Manuel Pinto", "RIAS" e "Billy". 




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