O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Devoluções à Natureza: 11 e 14 de Março de 2013

Devolução à Natureza de um gaio (Garrulus glandarius
Escola Secundária Pinheiro e Rosa - Faro
11 de Março de 2013




Este gaio foi entregue ao RIAS no dia 5 de Dezembro de 2012 por um vigilante do Parque Natural da Ria Formosa, proveniente de cativeiro ilegal. Esta ave chegou com algumas penas danificadas e encontrava-se ligeiramente domesticado. Por estas razões foi mantido numa instalação exterior com o mínimo contacto com as pessoas e com espaço suficiente para voar, alimentar-se e renovar as penas. Após a sua recuperação, foi devolvido à natureza na Escola Secundária Pinheiro e Rosa em Faro por um conjunto de alunos que baptizaram o animal de "Fly" no momento da sua libertação.

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Devolução à Natureza de 6 gaivotas-de-asa-escura (Larus fuscus) e 1 gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Quinta de Marim, Olhão
14 de Março de 2013


A gaivota-de-patas-amarelas (em cima) deu entrega no RIAS no final do mês de Dezembro do ano passado, depois de ter sido recolhida por um particular numa rede de pesca na zona de Olhão. Esta gaivota chegou débil e com lesões nas patas devido à rede. Foi colocada no internamento até à recuperação dos ferimentos. Posteriormente foi transferida para o lago do centro até atingir uma condição corporal adequada. Na imagem é possível ver a anilha, colocada no centro, que identifica esta gaivota e que permite fazer estudos de monitorização da mesma em qualquer parte do Mundo.



Quanto às gaivotas-de-asa-escura, uma delas deu entrada  no mês de Julho do ano passado e foi entregue pela equipa do SEPNA de Tavira, enquanto as restantes chegaram todas durante o passado mês de Janeiro e foram entregues, uma pela equipa SEPNA de Faro, três por vigilantes do Parque Natural da Ria Formosa e uma por particulares. Todas elas chegaram com sintomas de doença gastro-intestinal e o seu tratamento consistiu em  fluidoterapia e alimentação adequada até atingirem uma boa condição corporal.


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As 7 gaivotas foram libertadas no Quinta de Marim pela equipa do RIAS.


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