O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Devolução à Natureza de 14 aves, 4 de Outubro de 2012, Lagoa dos Salgados e Lagos

Devolução à Natureza de 1 gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis), 2 galeirões (Fulica atra), 3 patos-reais (Anas platyrhynchos), 3 frisadas (Anas strepera), 1 zarro-comum (Aythya ferina) e 1 arrábio (Anas acuta)
Lagoa dos Salgados - Pêra 

Esta gaivota-de-patas-amarelas foi entregue no RIAS no dia 27 de Julho de 2012 por um particular com uma lesão na pata. 
O seu tratamento consistiu em imobilização da pata e administração de anti-inflamatórios até a total resolução da lesão. Posteriormente foi colocada numa instalação exterior juntamente com outras gaivotas onde lhe foi possível treinar o voo e a natação. 



Foi devolvida à natureza pelos particulares que a encontraram e recolheram.



Todos os patos e galeirões deram entrada no RIAS durante o mês de Setembro sendo provenientes de Faro. Apresentavam sintomas compatíveis com Botulismo, o que levou a que o seu tratamento consistisse em fluidoterapia de modo a eliminar a intoxicação. Posteriormente foram colocados numa instalação exterior de grandes dimensões provida de um charco, onde os animais puderam exercitar o voo e natação.





Para a devolução à Natureza destes animais o RIAS convidou um dos representantes da empresa Águas do Algarve a quem voltamos a agradecer. 



O RIAS relembra que a Águas do Algarve apoia o trabalho do centro desde Janeiro de 2011 através da colaboração no projecto "Monitorização da Avifauna da ETAR de Faro Nascente".




Devolução à Natureza de 3 gaivotas-de-patas-amarelas (Larus michahellis)
Praia D. Ana - Lagos

Estas 3 gaivotas deram entrada no RIAS no mês de Julho sendo provenientes de Lagos. Duas delas eram ainda crias quando chegaram ao centro e o seu processo de recuperação consistiu em alimentação cuidada e regular até completarem o total crescimento das penas de voo. A terceira gaivota ingressou no centro com uma fractura numa das patas. O seu tratamento consistiu em administração de anti-inflamatório e imobilização da fractura até à sua completa resolução. 

Todas as gaivotas passaram por uma instalação exterior de grandes dimensões onde lhes foi possivel treinar o voo, antes de serem devolvidas à natureza pelos particulares que as encontraram.





Sem comentários: