O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado em Olhão. Desde meados de 2009 a sua gestão está a cargo da Associação ALDEIA, em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ANA-Aeroportos de Portugal, através do Aeroporto de Faro.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Espécie do Mês - Flamingo-comum

Flamingo em recuperação no RIAS

O flamingo-comum (Phoenicopterus roseus) é uma ave que se destaca de todas as outras que ocorrem em Portugal. É a maior espécie de flamingo, atingindo em média 150-160cm de altura e pode pesar pouco mais de 5kg de peso.

A sua plumagem é branca e rosada, com penas de voo pretas, as suas patas são cor-de-rosa e o bico rosado com a ponta preta, sendo os juvenis geralmente de cor branca e acinzentada.

É uma espécie migradora, com migrações erráticas pelo Sul da Europa, passando geralmente em Portugal nos meses de Inverno. As suas vocalizações assemelham-se às de um ganso, sendo ainda aves gregárias, aglomerando-se em bandos de dezenas ou centenas de indivíduos.

O seu habitat natural consiste em zonas húmidas, com grande abundância de alimento. Frequenta lagoas abertas e pouco profundas, lagos, arrozais, zonas costeiras, zonas com água salgada; incluindo estuários, salinas e sapais.

Alimenta-se sobretudo de pequenos invertebrados, incluindo insectos, crustáceos, moluscos e anelídeos. Também se alimenta de matéria vegetal como por exemplo algas e sementes, e por vezes de peixes.

Em termos de reprodução, a nível nacional tal não acontece, mas em 2010 pela primeira vez houve uma tentativa de nidificação na Lagoa dos salgados, concelho de Silves. Nesta espécie, a postura é composta por apenas um ovo.

No nosso país a sua distribuição divide-se sobretudo pela faixa litoral a sul da Ria de Aveiro, sendo os núcleos mais relevantes os dos Estuários do Tejo e do Sado, Ria Formosa e Castro Marim.

A passagem do flamingo por Portugal tem aumentado desde os anos 80, mas infelizmente tem como ameaças a expansão de zonas industriais e portuárias, o abandono e transformação de salinas em outras actividades, a destruição de zonas húmidas, e a utilização de herbicidas e insecticidas em áreas de arrozal.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

RIAS no Festival de Observação de Aves 2011


De 30 de Setembro a 2 de Outubro irá decorrer em Sagres a 2ª edição do Festival de Observação de Aves, organizada pela Câmara Municipal de Vila do Bispo em parceria com a Associação Almargem e a SPEA.

O RIAS dinamiza duas actividades, sendo elas a devolução de uma águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) (info) e o mini-workshop "Oficina de Educação Ambiental: conhecer os animais de perto" (info).

A devolução à natureza de uma ave recuperada no centro é o culminar de um processo de recuperação muitas vezes moroso, sendo então momentos privilegiados para o contacto com as populações locais de modo a dar a conhecer o trabalho desenvolvido pelos centros de recuperação de fauna selvagem e também as espécies que ocorrem no nosso território.

"Ver para Aprender" é o lema base deste workshop, composto por uma breve palestra sobre o RIAS – Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa, e por uma oficina de educação ambiental, em que os participantes poderão ver de perto material biológico como penas de abutre-preto ou egagrópilas de coruja-das-torres ou identificar as adaptações de cada espécie para as suas diferentes dietas, entre muitos outros. Deste modo, através de uma maior interacção e dinamismo, será possível aprender um pouco mais sobre a Conservação e Recuperação da Fauna Portuguesa.


Venha visitar-nos em Sagres!!!

Libertação: 25 de Setembro de 2011

Devolução à natureza de 1 sapo-corredor (Epidalea calamita)
Quinta de Marim, Olhão


No dia 24 de Setembro foi recolhido pelos técnicos do RIAS um sapo-corredor no interior de um estabelecimento comercial em Olhão.

Apesar de não apresentar nenhum tipo de lesões o anfíbio foi recolhido e transportado para o centro. No dia seguinte, o sapo foi imediatamente libertado pelos mesmos no charco das instalações não só pelo facto de ser um dos habitats mais comuns da espécie em causa, como também pelo facto de o local apresentar as melhores condições de segurança para a sua devolução.

Com o aproximar do Outono e com o aumento da humidade, os anfíbios que estivaram começam a ficar activos. Estivação é um comportamento comum, semelhante à hibernação, em vários grupos de animais que, para sobreviverem ao clima quente e seco do Verão nesta região, entram em dormência.

Deste modo começa a ser frequente a presença destes animais em locais de grande densidade populacional humana. Assim, o RIAS alerta para que toda a gente se mantenha atenta e que, perante a presença deste, ou de outro anfíbio, procedam à sua devolução a um habitat propício a este grupo (lagoas de água doce, rios, ribeiras, etc) ou à sua entrega no RIAS ou noutro centro de recuperação de animais selvagens.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

RIAS nas actividades da Noite Europeia dos Investigadores 2011

l

No passado dia 24 de Setembro, o RIAS participou, pela segunda vez consecutiva, na 7ª edição da Noite Europeia dos Investigadores (NEI), uma iniciativa da Comissão Europeia e da comunidade científica que ocorre simultaneamente por toda a Europa.

A NEI permite a cientistas e público geral conviverem num ambiente descontraído. A troca de ideias e experiências que esta iniciativa proporciona pretende contribuir para a construção de uma imagem mais saudável dos investigadores junto do público e demonstrar que, afinal, a ciência não é tão complicada quanto se julga.

Em Portugal, o evento ocorreu em 16 cidades, sendo que, em Olhão, realizou-se no Ria Shopping, organizado pelo Centro de Ciência Viva de Tavira e a superfície comercial onde decorreram as actividades.

Nesta edição e no ambito das comemorações do Dia Mundial do Mar (25 de Setembro), as actividades foram maioritariamente subordinadas ao tema do Mar. Esta iniciativa contou com a presença de 900 alunos, do ensino básico ao secundário, distribuídos por quase  40 turmas oriundos de Tavira, Olhão, Faro, Portimão e Lagos e com um total de 7500 visitantes no evento.







Libertação: 20 de Setembro de 2011

Devolução à natureza de 1 cágado-mediterrânico (Mauremys leprosa) e de 1 cágado-de-carapaça-estriada (Emys orbicularis)
Quinta do Lago, Quarteira


No dia 13 de Setembro deu entrada no RIAS um cágado-mediterrânico e um cágado-de-carapaça-estriada recolhidos por particulares com suspeitas de afogamento.

Perante os sinais clínicos que apresentaram a sua recuperação consistiu apenas em alimentação regular.

Após se verificar a sua total reabilitação os técnicos do centro procederam à sua libertação no lago de onde foram recolhidos.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A Voz do Voluntário

Os voluntários que participam, ou participaram, no dia-a-dia do RIAS estão a aceitar o nosso desafio, enviando-nos as suas experiências no centro.

A Ana Almeida, a quem desde já agradecemos, enviou um pequeno e harmonioso texto a contar-nos a sua experiência nas actividades do centro no período de 6 a 12 de Setembro de 2011.
_______________________________________________________________

Desde miúda que guardava no meu imaginário a vontade de ajudar num “hospital” de animais selvagens. Foi tanto tempo depois que surgiu a oportunidade de o fazer, no RIAS!

Gostei muito e imaginei como teria delirado em criança em poder ver de perto o trabalho que por ali se faz! Além de poder contribuir um bocadinho pouco, que por ali há muito trabalho, o ano inteiro, foi espectacular ver de perto toda a bicharada a ser tratada e a ter uma segunda oportunidade no meio selvagem.

Desde que chegam os animais, trazidos por alguém que já se preocupou, ao diagnóstico feito pelos veterinários, tratamento e depois a preparação até que o animal reúna as condições necessárias para voltar ao meio natural até à sua libertação. Todo este processo é garantido pela equipa do RIAS e pelos inúmeros voluntários e estagiários. Perceber quais as causas de ingresso dos animais no centro, muitas vezes ligadas com actividades humanas, educar e sensibilizar a população, tudo faz parte do Contributo no qual todos podemos Participar!

Parabéns pelo trabalho e muita sorte para o futuro!

E quando as andorinhas voarem “do ninho” contem! Abraços para toda a equipa.


Ana Almeida
_______________________________________________________________


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Curso de Iniciação à Identificação e Ecologia de Morcegos

Nos dias 17 e 18 de Setembro decorreu na sede do Parque Natural da Ria Formosa (Quinta de Marim), organizado pela ALDEIA/RIAS, o Curso de Iniciação à Identificação e Ecologia de Morcegos.



Esta formação contou com a presença de 27 participantes e esteve a cargo do biólogo Mário Carmo.

No primeiro dia, a formação deu destaque à ecologia e à identificação das características morfológicas fundamentais para a identificação das espécies de morcegos que ocorrem em Portugal. Á noite realizou-se uma saída de campo para a gravação de chamamentos dos morcegos que ocorrem no parque. No segundo dia, deu-se destaque à análise dos resultados obtidos na noite anterior, complementada com os chamamentos de outras espécies que ocorrem no resto do território português.







Vocalização de Myotis myotis

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Libertação: 19 de Setembro de 2011

Devolução à natureza de 1 camaleão-comum (Chamaeleo chamaeleon)
Quinta de Marim, Olhão

No dia 29 de Agosto deu entrada no RIAS um camaleão-comum, recolhido em Olhão e entregue por particulares, apresentando um membro amputado ao nível da tíbia com exposição do osso.

Face aos sinais clínicos que apresentava suspeitou-se de tentativa de predação. Apesar da ferida se encontrar seca, a equipa de veterinários ponderou a amputação do resto do membro uma vez que a ferida apresentava cor escura. Contudo a ferida acabou por cicatrizar naturalmente após limpeza, não sendo necessária intervenção cirurgica.

Quando se verificou que o animal já se deslocava e alimentava sozinho, os técnicos e voluntários do centro procederam à sua libertação e baptizaram-no de "Capitain Barbossa".





Libertação: 14 de Agosto de 2011

Devolução à natureza de 1 grifo (Gyps fulvus) e 1 bufo-real (Bubo bubo)
Mértola


No dia 29 de Outubro de 2010 foi recolhido em Mértola por vigilantes do Parque Natural do Vale do Guadiana, e entregue no RIAS, um grifo, vítima de cativeiro ilegal.

Ao chegar ao centro, apesar de se encontrar numa boa condição física, verificou-se que o animal apresentava as penas de voo e bico cortados. Perante este difícil cenário, a equipa veterinária concluiu que para recuperar a ave seria necessário: afiar o bico, para que durante a alimentação a ave possa retirar a carne dos animais mortos; esperar pelo desenvolvimento das penas em falta, para poder voar, o que obrigaria o animal a ficar no centro pelo menos um ano. Por fim seria necessário verificar o comportamento do animal após a sua recuperação.



Cerca de um mês depois de ter dado entrada no centro, procedeu-se ao afiamento do bico (ver imagem) e verificou-se que o animal conseguia alimentar-se naturalmente.



Contudo, o processo de recuperação das penas cortadas foi muito mais longo, durando cerca de um ano até à sua total substituição.

Após se verificar a substituição das penas e a restituição da sua capacidade natural de voar e alimentar, os técnicos do RIAS procederam à sua libertação em Alcaria Ruiva, no concelho de Mértola.





Mais uma vez voltamos a referir que o cativeiro de animais selvagens que ocorram naturalmente em Portugal é ilegal. Podes obter mais informações aqui.


No dia 10 de Maio deu entrada no centro uma cria de bufo-real após ter sido recolhida por vigilantes do Parque Natural do Vale do Guadiana, vítima de queda do ninho.

Uma vez que não apresentava nenhum tipo de lesões, a sua recuperação consistiu em alimentação regular e, após o desenvolvimento das penas, treinos de voo e caça.

Após apresentar todas as condições, os técnicos do centro procederam à sua libertação. Esta devolução foi antecedida de uma pequena palestra no lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia de Mértola e contou com a presença não só dos padrinhos do animal como também da utente mais idosa do lar, a centenária D. Bárbara.










 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Libertação: 14 de Setembro de 2011

Devolução à natureza de 1 osga-comum (Tarentola mauritanica)
Quinta de Marim, Olhão
Após ter sido acidentalmente capturada numa armadilha de cola para ratos, uma osga-comum deu entrada no RIAS no dia 13 de Setembro.
 
 
Apesar de não apresentar nenhum tipo de lesão, a equipa veterinária do centro teve de a libertar da armadilha e proceder à limpeza da pele, uma vez que a zona ventral se encontrava coberta de cola. Depois de se proceder à sua limpeza verificou-se que as patas não aderiam às estruturas o que impedia a natural deslocação do animal. Face a estes sinais clínicos, decidiu-se acomodar a osga numa caixa até à recuperação da aderência das patas.
 
 
No dia seguinte verificou-se que o animal já se deslocava normalmente, procedendo-se imediatamente à sua libertação, que contou com a presença dos dois voluntários mais jovens no centro.



terça-feira, 13 de setembro de 2011

A Voz do Voluntário

Inauguramos uma nova rubrica no blog do RIAS, intitulada de A Voz do  Voluntário, onde incentivamos todos os voluntários que participam, ou participaram, no dia-a-dia do centro, a partilharem a sua experiência.

Iniciamos esta rubrica com o texto conjunto de dois irmãos, Filipe (10 anos) e Paulo (11 anos), acompanhados do seu pai, José Vieira, que participaram nas tarefas do RIAS no passado dia 6 de Setembro.
________________________________________________________________

Quando nós chegámos ao Rias fomos visitar o sítio onde preparavam a comida, cuja sala tinha um cheiro curioso. Também uma exposição onde havia várias partes de animais (crânios de animais, patas de aves, asas, radiografias, etc).

Pouco depois fomos visitar águias, falcões e mochos que toda a gente gostou bastante. Também encontramos um camaleão verde muito giro que comia gafanhotos.

Quando lá fomos tínhamos dois objectivos: Aprender coisas novas e ajudar no que fosse possível; aprendemos muita coisa nova e no final fomos lavar algumas gaiolas de animais.

Foi uma experiência nova e muito agradável e temos a certeza que vamos voltar.

Paulo e Filipe

________________________________________________________________


O RIAS agradece ao José, ao Filipe e ao Paulo, não só, terem aceite a nossa proposta de partilharem as suas experiências no centro como também toda a ajuda prestada.
 
Um MUITO OBRIGADO!

Libertação: 7 de Setembro de 2011

Devolução à natureza de 1 gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis) e 1 gaivota-de-asa-escura (Larus fuscus
Sítio das Fontes, Lagoa

Nos dias 23 de Julho e 13 de Agosto foram recolhidas em Ferragudo por particulares e entregues no RIAS um juvenil de gaivota-de-patas-amarelas e um juvenil de gaivota-de-asa-escura.

Ambas as aves encontravam-se bastante debilitadas. Assim a recuperação das duas aves consistiu em alimentação e hidratação regular até se encontrarem em condições de serem libertadas.

Assim que se verificou todas as condições, os técnicos do centro procederam à sua libertação no Sítio das Fontes (Lagoa), com a presença dos particulares que as recolheram.



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

RIAS na RTP Memória

Este fim-de-semana foi transmitida uma reportagem sobre o RIAS na RTP Memória no programa Retrospetivas Fim de Semana.

As imagens desta reportagem foram captadas em 1991, no início dos trabalhos do centro, quando este estava ainda a ser gerido pelo Parque Natural da Ria Formosa (ICNB). Vinte anos passados, a RTP Memória convida a actual coordenadora do RIAS a dar a conhecer a situação actual do centro desde que este está a ser gerido pela associação ALDEIA (Outubro de 2009).


Clique na imagem para ver a reportagem 


O RIAS agradece a João Paulo Diniz pelo interesse e disponibilidade!



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Primeiro exemplar de Flamingo-comum em recuperação no RIAS

No dia 8 de Setembro foi recolhido em Loulé e entregue no RIAS o primeiro exemplar de flamingo-comum (Phoenicopterus roseus), também conhecido por flamingo-rosado, pela equipa do SEPNA/GNR-Loulé.




Após exame clínico, os veterinários do centro não detectaram nenhum tipo de lesão evidente no animal, apresentando este uma boa condição física. Face a estes sinais clínicos o flamingo foi transferido para uma câmara de recuperação onde se providencia diariamente água fresca e alimento.


Visto ser a primeira vez que o RIAS recebe uma ave desta espécie, contactou-se o Jardim Zoológico de Lisboa de forma a obter o máximo de informação possível sobre a sua manutenção em cativeiro, até à sua devolução à natureza e aumentar também o enriquecimento ambiental das instalações onde se encontra este animal.

Enriquecimento ambiental define-se principalmente como o conjunto de técnicas que modificam um determinado ambiente artificial, resultando na melhoria da qualidade de vida dos animais silvestres em cativeiro, ao satisfazer as suas necessidades comportamentais. Consulte alguns resumos de trabalhos feitos nesta área aqui e aqui.

Após um pequeno período de tempo no interior da câmara de recuperação verificou-se que o animal evidenciava alguns sinais de stress (estava cabisbaixo e constantemente a roçar o corpo na parede). Seguindo a experiência de outros centros de recuperação/parques biológicos, foi colocado um espelho na câmara do flamingo com o principal objectivo de gerar a sensação da presença de mais indivíduos no interior da câmara e diminuir assim o sentimento de solidão do animal.


Esta é uma abordagem para colmatar o forte sentido social de alguns animais selvagens, sendo o flamingo um exemplo comum de espécie onde tal procedimento é realizado. Após a colocação de um espelho num dos cantos da câmara o animal cessou os sinais de stress previamente mencionados e aproximou-se durante longos períodos de tempo do espelho (ver no vídeo).


O flamingo-comum é uma das mais emblemáticas aves selvagens que ocorrem em Portugal (Mais informações sobre esta espécie aqui).

Visto que é a primeira vez que um indivíduo desta espécie ingressa no RIAS e face a todo o trabalho envolvido não só dos técnicos como dos voluntários do centro, se estiver interessado em apadrinhar esta ave, o RIAS propõe uma contribuição de 25€ para particulares.

Seja o primeiro a apadrinhar um flamingo-comum em recuperação no RIAS e ajude o trabalho do centro!

Descarregue já a ficha de apadrinhamento aqui.

Libertação: 7 de Setembro de 2011

Devolução à natureza de 1 rã-de-focinho-pontiagudo (Discoglossus galganoi)
Quinta de Marim, Olhão
 
No dia 7 de Setembro foi entregue no RIAS uma rã-de-focinho-pontiagudo após ter sido recolhida por particulares. A rã foi encontrada junto a uma estrada com grande afluência de carros e apresentava-se numa situação com um alto risco de atropelamento.
 
Depois de verificar que a rã não apresentava nenhuma lesão procedeu-se à sua libertação no charco do centro, na Quinta de Marim, uma vez que é um local natural e seguro para a espécie. Os particulares que a recolheram estiveram presentes e baptizaram-na de "Joaninha".