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Tavira no RIAS

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Hoje recebemos uma turma da escola EB 2,3 D. Paio Peres Correia de Tavira no nosso Centro de Interpretação Ambiental.

Puderam observar alguns animais em recuperação através de câmaras de vigilância, e aprender quais as causas de ingresso que os trouxeram até nós.  Perceberam que não se deve libertar espécies exóticas na natureza, porque irão comprometer a sobrevivência das nossas espécies autóctones. Viram asas de diversas aves, desde gaivotas a falcões e mochos. Mas foi a asa de grifo, que pela sua dimensão, trouxe espanto a esta turma.
No final da visita, tiveram a possibilidade devolver à natureza uma gaivota-de-patas-amarelas, ainda juvenil. 


Obrigada pela vossa visita.

3º Sábado Livre

No Sábado, dia 19, foram libertados quatro cágados-mediterrânicos no Parque Natural da Ria Formosa. 

Destes, 3 ingressaram por captura acidental, e um estava em situação de cativeiro ilegal.



Apesar de ser uma espécie ainda comum, a viabilidade das suas populações está ameaçada devido, principalmente,  à destruição dos cursos de água, a capturas intencionais e à introdução de espécies exóticas, como é o caso da tartaruga-da-flórida. 

Devolução à Natureza de um alcaravão

Ontem foi dia de devolver à natureza o alcaravão que ingressou no RIAS no início de Dezembro com sintomas correspondentes à colisão com um veículo. 


Esta é uma ave de hábitos terrestres, difícil de observar devido à plumagem que lhe permite permanecer camuflado em áreas de vegetação herbácea. 


Está presente em Portugal durante todo o ano, mas é mais abundante a sul do país. No Algarve, o sapal de Castro Marim e a ria de Alvor são dois dos locais onde a espécie parece ser mais regularmente observada.